De olho em um reforço no caixa e na montagem do elenco para 2020, o Botafogo negocia com o Sanfrecce Hiroshima, do Japão, a venda do atacante Ezequiel, que disputou o Brasileiro pelo Cruzeiro. O Alvinegro entende que ganha fôlego para arcar com os gastos que terá com Rhuan e Luis Henrique, ambos da base, e com Lecaro, reforço peruano que está a caminho — o custo de Ezequiel, sozinho, seria o mesmo do trio.

Loja do FogãoNET por Estilo Piti | O Site oficial do torcedor do Botafogo | Cupom de 10% de desconto

O atacante tornou-se inviável em General Severiano após sua valorização no Cruzeiro. Ele ganhou aumento na Toca da Raposa e o clube carioca não tinha mais como manter o mesmo patamar que o atleta atingiu em Minas.

O Cruzeiro gostaria de contar com Ezequiel em definitivo. No entanto, com a queda para a Série B, não tem o valor necessário — R$ 11,5 milhões — para adquirir os direitos econômicos. A ideia inicial dos mineiros era envolvê-lo em uma troca com medalhões que estão fora dos planos, o que não agrada aos cariocas.

Zezé Perrella, ex-gestor de futebol cruzeirense, pretendia envolver Robinho, Fred, Sassá, Thiago Neves, Ariel Cabral, Edílson, Egídio ou Dodô na transação. No entanto, o atleta com menor salário do grupo recebe na casa dos R$ 350 mil mensais, o que inviabilizaria uma mudança.

O Botafogo também passa por uma fase de transformação no aguardo da chegada de investidores para se transformar em clube-empresa. Assim, o objetivo inicial é enxugar ao máximo a folha salarial. Atualmente na casa dos R$ 3 milhões, a diretoria entende que deve iniciar a temporada com apenas R$ 1 milhão.

A negociação com os japoneses foi inicialmente veiculada pelo “O Dia” e confirmada pelo UOL Esporte.

Fonte: UOL