O Crea-RJ solicitou análise da assessoria jurídica para esclarecer a situação do engenheiro português que fez a verificação do projeto. De acordo com Agostinho Guerreiro, o profissional não tinha habilitação para trabalhar no Brasil.

– Ele trabalhou aqui de forma irregular. Para trabalhar, ele tem de estar registrado. Vamos na comissão de ética e avaliar a conduta dele, que pode ter até o registro cassado – contou o presidente do Crea-RJ.

Por fim, a comissão de conselheiros do Crea-RJ considerou “que a solução para corrigir a cobertura foi inadequada; que o consórcio responsável pela segunda fase das obras não apresentou um novo projeto para a mesma cobertura; que o mesmo consórcio assumiu erros ao tomar frente da obra; que houve falhas de execução durante a montagem da estrutura; e que não consta o registro profissional no Brasil do engenheiro português que fe a verificação do projeto.”

Fonte: Lance!