O Botafogo vai se aproximando cada vez mais de ter o seu centro de treinamento. O projeto, já aprovado pelos conselheiros do clube, vem sendo tocado pela empresa Sergio Conde Caldas Arquitetura, que divulgou fotos da projeção da obra em sua página no Facebook. Depois de resolver as questões burocráticas e com a expectativa de se transformar em um clube-empresa, a primeira meta do CT é construir os gramados.

As obras estão em ritmo lento, mas ainda dentro das datas estipuladas pelo próprio Botafogo. Em entrevista ao LANCE!, Luis Fernando Santos, vice-presidente do Glorioso, afirmou que a primeira parte dos gramados tende a ficar pronta ainda em 2019. O projeto que envolve os seis campos está previsto para ficar pronto em maio do ano que vem.

– As obras estão dentro do cronograma, estamos fazendo os campos de grama natural, esse é o nosso principal foco. A meta é terminar uma parte em dezembro e a outra em maio. Os jogadores já poderão treinar no CT quando os primeiros campos ficarem prontos, tudo vai depender do departamento de futebol – afirmou.

Com a estrutura inicial já pronta e a iminente construção dos gramados de grama natural, o centro de treinamento poderá ser usado pelos jogadores assim que a primeira parte das obras terminarem. Luis Fernando Santos afirma que a pré-temporada poderá acontecer no local, mas que esta é uma decisão exclusiva do departamento de futebol.

– Os três campos ficarão prontos até janeiro no máximo, mas a pré-temporada é uma decisão do futebol. É pouco provável que haja uma mudança do Nilton Santos para o CT pelo pouco tempo. Mas isso depende do que eles (departamento de futebol) quiserem – completou.

O Botafogo adquiriu o Espaço Lonier, localizado em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com a ajuda dos Irmãos Moreira Salles, que emprestaram R$ 20 milhões – a previsão é que o valor será ressarcido pelo clube em 30 anos. Os empresários também fizeram um novo empréstimo para ajudar a Glorioso a realizar as obras de curto prazo no local.

A expectativa do Botafogo é aproveitar ao máximo a estrutura que já estava construída para o Espaço Lonier e fazer as mudanças pontuais, baseadas em custos baixos.

Fonte: Terra