Uma das organizadas do Botafogo envolvidas na confusão com membros de torcidas do Flamengo, no último domingo, no Engenhão, a Fúria Jovem do Botafogo postou em seu perfil no Facebook um relato do episódio, e afirmou que não recebeu escolta da polícia militar para ir ao estádio.

No texto, a organizada alega que aguardou 3h30m pelos agentes após ter garantida do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), que teria o acompanhamento até o local do jogo. A Fúria Jovem está punida e não poderia frequentar os estádios, mas garante que os policiais sinalizaram que estavam a caminho para a escolta.

“… ficamos cerca de TRÊS HORAS E MEIA esperando a chegada da escolta da Polícia Militar, que respondia aos nossos contatos dizendo que “estavam chegando” ao local da nossa concentração. Fomos da concentração até o Nilton Santos sem qualquer auxílio da PMERJ e ao chegar no estádio, era nítido que não havia o policiamento necessário para a realização da partida”, diz o texto.

Em outro trecho, a organizada alega que não invadiu o setor do Flamengo e que foi atacada com paus e pedras e bombas e tiros. Um deles matou Diego Silva Santos, torcedor do Botafogo.

“Ao Diego (Negão da Beth), nosso amigo que se foi, fica o nosso pesar e as nossas condolências à família. Esperamos que Deus o receba em um bom lugar e que tenha muita luz em seu caminho. Nenhum sangue será derramado em vão. Olhe por nós, onde estiver”, finaliza o texto, em tom de vingança.

O Grupamento Especial de Policiamento em Estádios foi procurado e não retornou o contato.

Fonte: Extra Online