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Metas e limites: Freeland elogia chegada de CEO ao Botafogo e explica como será relação

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Jorge Braga, novo CEO do Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Contratado como peça-chave para a reestruturação do Botafogo após o rebaixamento no Brasileiro, Eduardo Freeland, diretor de futebol, terá agora mais uma pessoa a se reportar. Jorge Braga foi anunciado esta semana como novo CEO, uma espécie de diretor-geral.

Em entrevista ao “GE”, Freeland detalhou como será essa relação com o CEO e elogiou a chegada do novo profissional.

– Todos os fluxos serão mais fáceis e o controle orçamentário será mais rígido. Tudo que o clube for fazer de contrato, seja qual esporte ou área for, tem um controle e uma triagem mais segura. Sempre ficou muito claro que o futebol vai estar inserido nisso e tem que estar. Existe uma responsabilidade que o futebol tem que cumprir e metas a serem cumpridas, principalmente nas questões financeiras. O que sempre foi colocado é que o trabalho dele é um facilitador, inclusive, do meu trabalho – afirmou Freeland, completando em seguida:

Nos conhecemos e fizemos uma reunião importante que durou quase duas horas. Nós debatemos vários assuntos e a troca foi muito saudável. Ele vai tentar organizar a instituição para que o futebol tenha um pouco mais de tranquilidade. Então, em linhas gerais, a autonomia, no que diz respeito às questões técnicas, vai ser imutável. O que vai mudar um pouco é: precisamos bater algumas metas, precisamos não extrapolar algumas situações orçamentárias e eu acho que isso é muito importante de acontecer.

A chegada do CEO também passará por metas bem definidas tanto dentro como fora de campo no futebol, acredita Freeland.

– O clube está com uma linha de governança muito clara. Está muito claro o que o clube quer: transparência, clareza, discrição. Sempre tem panos de fundo nas nossas reuniões que acabam que esses pontos são tratados de alguma forma. Acredito que, obviamente, a avaliação do meu trabalho pelo CEO e pelo Durcesio vai ser muito em relação aos resultados. E aí eu espero que não seja apenas resultado de campo, por mais que isso seja determinante no futebol profissional, mas também numa linha mais geral de estruturação e organização – finalizou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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