O lateral-esquerdo Guilherme Santos virou atacante nos últimos jogos do Botafogo e contribuiu com uma assistência na estreia da equipe no Campeonato Brasileiro, nesta quarta, no empate em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino. O jogador curte a boa fase e já recebeu um apelido dos companheiros: Traoré, atleta do Wolverhampton.
Na conversa que teve com a Botafogo TV, após o treinamento desta quinta-feira no Hotel Bourbon, em Atibaia (SP), Guilherme Santos estava falando quando foi chamado de Adama Traoré pelos zagueiros Ruan Renato e Rafael Forster. Ele não escondeu que gosta do espanhol de 24 anos e tenta se inspirar nele, bastante conhecido também pela estrutura muscular.
– É um cara que observo muito e gosto, apesar de ser de uma posição diferente. Ele tem muita força, evoluiu muito nesses últimos cinco anos e ao mesmo temo é rápido. Ninguém é igual a ninguém, mas procuro tirar qualidade desses jogadores, temos que estar sempre aprendendo. Estou muito longe ainda de ser o Adama (risos), mas tô aí, estou em processo – afirmou Guilherme.
O Botafogo encarou um adversário difícil e contou também com importantes defesas de Gatito Fernández para sair de Bragança Paulista com um pontinho. Guilherme Santos vê a equipe alvinegra no caminho certo para evoluir ainda mais na competição.
– Nunca podemos baixar a guarda. Sabemos como o Brasileiro é perigoso, não podemos relaxar em nenhum momento. Esse ponto foi importante, mas está longe do que almejamos. É manter os pés no chão, humildade, saber o peso da camisa que a gente veste. Em todos os jogos respeitam muito a camisa do Botafogo, e temos que ter vantagem dentro dos jogos – analisou o jogador.