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Hungaro pede ‘magia’ a Lodeiro e jogadores querem espírito do clássico no Chile

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Poucas horas antes de chegar na tarde desta segunda em Santiago, o técnico Eduardo Húngaro comandou um intenso coletivo no campo anexo do Engenhão. Gritando muito, o treinador pedia rapidez na saída de jogo, mas maturidade para não desperdiçar a posse de bola. Quando Lodeiro arrancou em contra-ataque, incentivou a liberdade no setor ofensivo: “Magia, Lodeiro! Magia, magia!”

Com o mesmo time que venceu Deportivo Quito e San Lorenzo, mas ficou só no empate com o Duque de Caxias, o alvinegro encara nesta quarta o Unión Española, no Chile, às 19h45m (horário de Brasília). Amanhã à tarde, os jogadores conhecerão o Estádio San Laura. Líder isolado com três pontos ganhos, o Botafogo precisa de uma vitória para ganhar tranquilidade no Grupo 2 da Libertadores. Para Jefferson, o time precisa repetir o espírito dos reservas, que, no domingo, venceram o Fluminense por 3 a 0.

— O Botafogo é isso: paixão e alma. Temos que ter esse espírito competitivo — afirmou. — Quando coloca essa alma em campo, o Botafogo dificilmente perde. Esse é o caminho.

Mesmo com a perspectiva de encontrar no Santa Laura um estádio hostil, o time garante estar preparado. Em 2009, o Fluminense enfrentou a Univesidad de Chile, no estádio, com capacidade para 19 mil pessoas, e sofreu até com objetos atirados no campo.

— Nós sabíamos que enfrentaríamos esse tipo de desafio. Libertadores é isso. Às vezes, o adversário te coloca no pior dos vestiários, sujo e com campo ruim. Você tem que estar preparado — garantiu o goleiro.

Um dos três titulares que atuaram no domingo, quando entrou no segundo tempo contra o Fluminense, Gabriel repetiu o discurso de Jefferson.

— Vamos preparados para tudo porque tudo pode acontecer com a torcida, o estádio e o clima do jogo. Estamos preparados para a batalha, mas sem esquecer de jogar. Temos que ter tranquilidade e botar a bola no chão porque o Botafogo tem futebol para vencer essa partida — avaliou o volante.

Campeão chileno no primeiro semestre de 2013, o Unión Española empatou em 2 a 2 com o Independiente del Valle, do Equador, na altitude de 2.500 metros de Sangolquí. Apesar da dificuldade de jogar fora de casa contra um adversário forte, Gabriel não abre mão da vitória:

— Quero os 18 pontos na fase de grupo, a pontuação máxima. Depois, vamos poder decidir todos os jogos no Maracanã. O fator casa é muito forte. Nós precisamos nos classificar em primeiro lugar.

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