Jair espera jogo equilibrado no Equador e aposta em frieza da equipe para vencer

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Invicto na fase de grupos da Conmebol Libertadores Bridgestone e líder do Grupo 1 da competição internacional ao lado do Barcelona de Guayaquil com seis pontos, o Botafogo enfrenta a equipe equatoriana, nesta quinta-feira, no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, tendo a oportunidade de dar um passo importante rumo às oitavas de final da competição internacional.

Para alcançar a vitória, no entanto, o Glorioso tem pela frente um adversário encardido, que segundo o técnico Jair Ventura possui um estilo de jogo bem parecido com o do alvinegro. Estudioso, o treinador mostrou conhecimento sobre o rival, projetou possíveis dificuldades do duelo e apostou que a partida será decidida nos detalhes.

– Nós temos nossa maneira de jogar. Estudamos bastante o adversário. Mandamos um observador. Acompanhamos o clássico contra o Emelec. Respeitamos o Barcelona, mas temos nossa estratégia para alcançar a vitória. É um time muito competitivo, com velocidade nas transições. Tem um jogo similar com o nosso. Com muita intensidade e força física. Acho que quem tiver mais frieza no terço final do campo vai sair vitorioso – disse.

Por conta das fortes chuvas que atingem a cidade de Guayaquil, o Alvinegro não conseguiu realizar o último treino no palco onde o jogo será disputado. Jair, por sua vez, minimizou a imprevisto e reforçou a importância de ter cumprido com o planejamento técnico da atividade, independente do estádio.

– São coisas do futebol, a gente não pode ficar lamentando. Lógico que não é o ideal, queríamos fazer o reconhecimento do gramado, mas não foi possível por causa da chuva. Bola pra frente. Conseguimos trabalhar o que estava previsto – analisou.

No mais, questionado sobre o momento que vive no Botafogo, o comandante não perdeu a humildade, sua característica marcante. Jair Ventura, embora tenha destacado a grandeza do Glorioso, descartou qualquer favoritismo de seu time e lembrou o processo de reconstrução interna que a diretoria vem fazendo. Por fim, reiterou o desejo de seguir crescendo ao lado do clube.

– Pés no chão. Como eu sabia que não éramos o pior time quando estávamos na zona de rebaixamento, também não penso que somos os melhores por estarmos em uma grande competição. Espero que o Botafogo esteja sempre neste patamar. É o objetivo dessa gestão. Fomos subindo de maneira gradativa. Participei dessa reformulação. Tem que ter paciência. Pela camisa, o Botafogo precisa estar sempre almejando coisas grandes. A entrega é muito grande pra isso, mas economicamente ainda estamos crescendo. Espero estar aqui para evoluir junto com o clube – encerrou.

Fonte: Site oficial do Botafogo

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