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Lateral do Palmeiras, Victor Luis revive passagem pelo Botafogo e recorda momentos: ‘Foi muito marcante’

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Por FogãoNET

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Lateral do Palmeiras, Victor Luis revive passagem pelo Botafogo e recorda momentos: ‘Foi muito marcante’
Vitor Silva/SS Press/Botafogo

Lateral-esquerdo do Palmeiras, Victor Luis deixou saudades no Botafogo. Com boas atuações em 2016 e 2017, o jogador viveu um bom momento do clube, com arrancada rumo à Libertadores e campanhas valorizadas na principal competição sul-americana e na Copa do Brasil.

Em entrevista ao jornalista Thiago Franklin, do “Canal do TF”, Victor Luis relembrou sua passagem pelo Botafogo e demonstrou carinho e gratidão. Confira alguns trechos:

Período no Botafogo

– A passagem que tive no Botafogo foi muito marcante. Agradeço o carinho de cada torcedor. Sou um cara extremamente feliz com tudo que aconteceu na minha carreira, por mais que tenha tido dificuldades. Sou totalmente agradecido ao Botafogo, me deu oportunidade de mostrar meu futebol. Foi um desafio porque vinha um tempo sem jogar, quando veio proposta do Botafogo falei ao meu pai que era o que eu queria, mostrar quem era o Victor Luis. Pensei que tinha que dar o melhor, porque eu me entregando, às vezes vai faltar técnica, mas o torcedor vai me abraçar. Foi um dos motivos para ter deixado a porta aberta no Botafogo nas passagens que tive.

Jogar com a camisa de Nilton Santos

– É sensacional. Claro que tem um peso grande, todos os laterais que passaram ou vão passar pelo Botafogo sabem que tem esse peso grande ter aquele nome ali. É uma gratidão enorme, até hoje tenho camisas guardadas, por conhecer a história do Nilton Santos, quem foi. Poder vestir a camisa 6 que foi dele é gratificante demais para um lateral-esquerdo.

Torcida na Libertadores

– A adrenalina só baixava três horas depois do jogo. Um dia antes falávamos o que será que o pessoal está armando, porque sempre tinham mosaicos lindos, muito marcantes. Até hoje você na internet e vê postagens dos mosaicos, fogos, bandeiras subindo. Era loucura. Foi muito marcante.

Quartas de final contra o Grêmio

– Encaramos o jogo contra o Grêmio como final antecipada. Falar disso até me tira do sério, porque fui expulso contra o Nacional de forma injusta. Estava vendo a reprise esses dias, brinquei com o Jair (Ventura) que a Libertadores era para ser nossa, ele brincou “vê se não vai ser expulso hoje”. Isso me tirou da primeira partida, fiquei muito triste. Teve o lance que foi muito pênalti no Gilson. Foi um jogo muito equilibrado, mas tivemos chances de ganhar o jogo. Foi pênalti claro, nem precisa ser juiz para saber que foi. Infelizmente ele não deu, poderíamos ter ficado em vantagem.

– Falo com amigos que estavam lá, jogando, para nós a Libertadores era nossa, pela campanha que fizemos desde o início, na pré-Libertadores, derrubando grandes campeões, foi uma situação que ninguém esperava. Depois do jogo foi um silêncio, um dos maiores da minha vida, porque ninguém acreditava que tinha acontecido assim. Sabíamos que tínhamos feito bom jogo, teve bola na trave, falta que cobrei, a bola variou bastante e quase o goleiro não chega. Se passássemos pelo Grêmio, acho que seria o nosso ano.

Golaço contra o Vasco

– Era um lance que treinávamos muito, o Jair pedia ao João Paulo para andar devagar para a bola, reclamar com a barreira e pisar para mim. Treinamos muito, de a perna ficar até inchada. O Jair me falava para acertar o gol, nem colocar muita força, porque com muita gente na frente seria difícil para o goleiro. Felizmente deu certo no jogo e pude fazer o gol no clássico.

Drible de Berrío

– Não tenho nem palavras. Vínhamos de um grande ano, sabemos como é um clássico, ali naquele lance sinceramente creio que vai ser difícil acontecer de novo. Até jogando depois, teve um lance igualzinho, mas fiz o movimento certo. Em vez de eu acompanhar com o corpo e tentar trombar, virei para o lado da bola, foi muito mais fácil. Infelizmente esses dribles acontecem e foi em momento marcante. Machucou demais, foram dias pensando nisso, mas só podia dar a volta por cima demonstrando de campo. Um lance desses não apaga a história que fiz no Botafogo, tem muito mais momentos positivos. Até depois da partida o Berrío veio falar que fui um melhores marcadores dele, infernizei o jogo inteiro. Fui na análise de desempenho no dia seguinte, pedi para rever todos os meus lances, porque parecia que o mundo tinha desabado. Em oito duelos, ganhei sete, infelizmente esse gerou o gol. Ficou marcado para alguns torcedores, mas momentos bons pesam muito mais que isso. Aprendi com isso e amadureci muito.

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do TF

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