Um ano depois, Julio Cesar tem nova chance de evitar, como ele mesmo frisa, “a mancha do rebaixamento no currículo”. Em 2014, pelo Botafogo, ele deixou o clube pela porta dos fundos, demitido pela diretoria, no meio da campanha que culminou com a queda. Dessa vez, o cenário é outro. No Vasco, o lateral-esquerdo é essencial na tentativa de fuga da Série B.

Sua ascensão na equipe coincidiu com a reação vascaína na competição. Questionado se evitar o rebaixamento este ano teria sabor especial por causa do problema do ano passado, o jogador mostrou que o episódio vivido em General Severiano não foi totalmente engolido:

– Quando fomos afastados (Bolívar, Emerson Sheik e Edilson também), o Botafogo não estava na zona. É preciso ser dito. Poderia entrar, poderia ter caído mesmo conosco na equipe, mas aquilo mexeu com o grupo.

A demissão pelo presidente Maurício Assumpção trouxe para os quatro o estigma de culpados pela crise ano passado. Julio Cesar só voltou à labuta em maio deste ano, quando o Vasco o contratou. Apesar de reviver a luta para não cair, ele garante que a situações das duas equipes são bem diferentes.

– O salário no Vasco está em dia, essa é a principal diferença. Aqui não temos esse problema de atraso – frisou.

Nesta quinta-feira, o Vasco tentou de novo ampliar a capacidade de São Januário para 25 mil pessoas contra o Corinthians. O parecer do Corpo de Bombeiros deve sair nesta sexta.

Fonte: Extra Online