Maraca: reunião deve liberar instrumentos, faixas e bandeiras

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A reabertura do Maracanã no próximo domingo para o clássico entre Fluminense e Vasco deve ter casa cheia e quase todos os ingredientes conhecidos do torcedor carioca. Nesta segunda-feira, membros da Federação das Torcidas Organizadas do Rio de Janeiro (FTORJ) se reuniram com a Suderj para solicitar a liberação do uso de instrumentos, faixas e bandeiras com mastro no estádio. Agora, a entidade vai levar os pedidos ao consórcio que administra o Maracanã para que seja dada uma autorização definitiva. Tal documento precisa ser entregue ao Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) antes da partida.

A reunião foi realizada no próprio Maracanã e contou com a presença do secretário estadual de Esporte e Lazer e presidente da Suderj, André Lazaroni. Segundo o vice-presidente da FTORJ, Flávio Martins, os pedidos foram feitos em cima do que já era liberado nas partidas realizadas no Engenhão e ainda em cima do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelas organizadas com o Ministério Público em 2011.

– O encontro foi muito produtivo. Pleiteamos o que já estava acordado junto ao Gepe em cima do Estatuto do Torcedor e do TAC. Instrumentos, faixas, bandeiras com mastro… Nada além disso. Agora estamos apenas no aguardo do documento oficial que será passado às autoridades – resumiu Flávio.

O comandante do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), coronel João Fiorentini, garante que não haverá nenhum problema relativo à segurança caso as bandeiras, faixas e instrumentos musicais sejam liberados no Maracanã.

– O planejamento do policiamento segue como em qualquer clássico. Da nossa parte não há nenhum impedimento para essa liberação – disse.

Além do Fluminense, que assinou com o Maracanã por 35 anos, o Flamengo também já firmou um contrato para mandar suas partidas no estádio até o fim de 2013. No dia 28 de julho, o local será palco do clássico entre o Rubro-Negro e o Botafogo.

Na semana passada, o presidente do Consórcio Maracanã, João Borba, chegou a afirmar que trabalharia por um “termo de conduta” para os torcedores. Entre as regras, seria proibido torcer em pé, entrar sem camisa e levar instrumentos e bandeiras. Horas depois, a assessoria do consórcio divulgou nota na qual negava tais proibições.

Fonte: Globoesporte.com

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