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Maurício relembra final de 89 e diz que Botafogo nunca precisou provar nada a ninguém

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Maurício, atacante do Botafogo no Campeonato Carioca de 1989
Reprodução

É de conhecimento público a relação quase íntima do Botafogo com superstições, mas essa é especial: no dia 21 de junho, dia da final, passaram-se exatos 21 anos e 12 dias (21 ao contrário) do último título alvinegro, em 68 (89 de cabeça pra baixo). Fazia 21 graus no Maracanã aos 12 minutos do segundo tempo, no momento do gol. Até a renda da grande final, de NCz$ 302.592,00, se somados seus algarismos, dão 21 como resultado. O autor do gol? Claro que era dono da mística camisa 7.

Maurício relembra a campanha daquele título invicto, que teve seu ápice na final contra o Flamengo, e que o Botafogo, apesar da fila, nunca deixou de ser um gigante do futebol.

— Aquele jogo foi um divisor de águas. Foi um resgate ao orgulho alvinegro, que a torcida abraçou, veio junto conosco. O Flamengo tinha um grande elenco, mas aquele dia era pra ser nosso. O Botafogo nunca precisou provar pra ninguém a sua grandiosidade. Sou grato e me sinto honrado de ter feito a nossa torcida tão feliz naquele dia — disse o ex-atacante.

Maurício ressalta a importância do Maracanã, no contexto de visualização, a todos aqueles atletas que praticam um bom futebol.

— O Maracanã foi tudo pra mim. Tudo na minha carreira. Foi meu palco, onde consegui desenvolver, mostrar meu futebol e ser reconhecido por isso. Há uma atmosfera, uma eletricidade naquele lugar que não dá pra ser reproduzida. Existe lá e isso é muito especial. Quem teve a oportunidade de jogar lá pode dizer: “eu cheguei, eu consegui!” — disse ele.

Bolsas, mochilas e carteiras para torcedores do Botafogo na loja do FogãoNET/Estilo Piti

Recordar é viver, Maurício acabou com você!

O ex-camisa 7 revela conseguir sentir aquele frisson de antigamente, dos tempos em que era protagonista daquele espetáculo, em um rápido exercício de volta ao passado e se lembra, sobretudo, do que ouvia vindo das Arquibancadas.

— Eu fecho os olhos e sinto o arrepio de ouvir: “Recordar é viver, Maurício acabou com você!”. É uma emoção indescritível ter seu nome lembrado, cantado. Não só o meu nome, mas ouvir do gramado os gritos de exaltação ao clube, vindo da torcida. É algo que mexe no coração. Você faz ideia do que é ouvir um grito de “campeão” desentalar de uma garganta depois de 21 anos? Não há nada que se compare — afirmou Maurício

Fonte: Extra Online

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