O telefone de Milton Cruz tocou bastante nos últimos dias. Do outro lado da linha, dirigentes de clubes da Série A do Brasileiro tentando contratar o treinador do Figueirense. “Recebi contatos do Fluminense e do Botafogo. Do ponto de vista financeiro, as ofertas eram muito boas, mas não quis deixar o Figueirense na mão”, explica Milton Cruz.

O Figueira subiria para a elite nacional se a Série B terminasse hoje – o time de Milton Cruz é o quarto colocado. “O Sport também tentou me contratar e depois tive uma sondagem de um clube da Arábia Saudita, mas nem deixei que a coisa avançasse. Não tenho a intenção de sair do Figueirense”, emenda.

Perto de completar um ano à frente do clube catarinense, Milton Cruz festeja o moral que encontrou em sua segunda aventura como treinador. “Tenho total autonomia. O presidente Claudio Vernalha permite que eu indique as contratações, cuide das saídas, administre o time…”

A confiança no trabalho de Milton Cruz é tão grande que o Figueira queria ter renovado seu contrato em janeiro por três anos. “Eu havia sugerido um ano e acabamos fechando por dois. Ou seja, tenho vínculo até dezembro do ano que vem”, conta o ex-são-paulino. A multa rescisória para tirá-lo do Figueira é de R$ 2 milhões.

Depois do “não” dado aos cariocas, o Fluminense já anunciou Marcelo Oliveira e o Botafogo só aguarda que Marcos Paquetá rompa o contrato com um clube indiano para confirmá-lo de forma oficial.

Fonte: Blog do Jorge Nicola - Yahoo! Esportes