Kieza chegou ao Botafogo para brigar por uma vaga no time titular com Brenner. Após um período na reserva no começo da temporada, o K9 vem se consolidando na formação inicial de Alberto Valentim, principalmente pelo desempenho nos clássicos.

Em 2018, são 20 jogos e seis gols marcados. Chama a atenção, principalmente, o desempenho nos clássicos. Apesar de ser reserva em 11 dessas 20 partidas, o atacante já fez gols nos três maiores rivais do Rio de Janeiro.

A partida contra o Vasco, no último sábado, marcou pela formação da nova dupla de ataque titular do Alvinegro: Kieza e Aguirre. O camisa 9 aprovou o desempenho do companheiro uruguaio, que chegou para ser centroavante, e acredita que podem jogar juntos.

– Vemos o Aguirre com muito potencial. É um grande jogador e chegar para nos ajudar da melhor forma possível. Ele já entrou nessa partida como titular. Acho que tem espaço para nós jogarmos juntos, nesse jogo, por exemplo, ele entrou um pouco mais pela ponta – explicou o atacante.

Após a conquista do Campeonato Carioca, o Botafogo passou a conviver com oscilações em suas atuações, o que, para Kieza, se deve a falta de gana pelas vitórias, algo que já está sendo superado.

– A gente vinha jogando um pouco diferente do que estávamos acostumados. Perdemos um pouco aquela gana de vencer que foi no Campeonato Carioca. Contra o Vasco jogamos bem, nos defendemos bem. Temos que continuar com essa mentalidade, para embalar na competição e chegar lá em cima na tabela – concluiu o atacante.

Foco no topo ou em escapar do rebaixamento?

Nos tempos de hoje é um pouco complicado. Por estar quatro pontos da zona de rebaixamento e estar perto, mas ao mesmo tempo estar perto da Libertadores. O Botafogo, como uma grande equipe, sempre tem que estar brigando lá em cima. Tem que pensar em títulos, Libertadores, porque time grande tem sempre que estar lutando lá em cima. Nesse jogo contra o Ceará temos que entrar concentrados, como fizemos contra o Vasco.

Mentalidade do Botafogo como equipe

É muito dfiicl você conseguir brigar lá em cima, manter o equilíbrio. É trabalho de equipe, todo mundo ajudando, brigando junto, só assim o futebol se faz. Um brigando pelo outro, ajudando o outro, só assim construímos coisas grandes. A gente sabe que a cobrança é muito grande, a gente não pode baixar a guarda. Nesse jogo contra o Ceará agora, jogo difícil contra o lanterna, a gente tem que entrar com foco para vencer.

Passagem pelo São Paulo

O São Paulo é uma grande equipe, um clube gigantesco. Vários fatores aconteceram, eu fui contrato e o treinador não me queria, foi mais por parte da diretoria, por isso acabei não tendo espaço. Então procurei novos ares. Vinha de um bom ano no Bahia, de muitos gols, queria manter isso e por isso preferi procurar novos ares. O treinador na época era o Bauza, ele era contra a contratação.

Fonte: Sportv.com