O Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (SAFERJ) vai tentar interferir junto à Fifa para ajudar o atacante Jobson a retornar aos gramados. A ideia é pedir socorro à Fifpro (Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais) para diminuir a punição de quatro anos imposta ao atleta e, assim, livrá-lo da marginalidade para que sua vida tem se encaminhado com o desemprego.

“Essa situação do Jobson nos preocupa e incomoda muito, pois sabemos que é um jogador problemático, mas a punição esportiva tinha que ter outro caminho, tinha que ter uma preocupação com o cidadão. Uma punição de quatro anos por uso de drogas joga o atleta na marginalidade para o resto da vida”, afirmou o presidente da SAFERJ, Alfredo Sampaio, em conversa com o ESPN.com.br.

O sindicato mantém conversas com o advogado Bichara Neto, um dos representantes de Jobson no caso, e está entrando na briga para ajudar o atacante. “Vamos fazer contato com a Fifpro, pois eles têm representantes na Fifa que podem ajudar. A nossa preocupação é salvar o cidadão, que está pedindo ajuda. Não faz sentido essa punição”, continuou Sampaio.

O principal ponto defendido pelo sindicato, e também pelos representantes do atleta, é que a Fifa pune o atleta dependente químico apenas na esfera esportiva, sem oferecer nenhum tipo de ajuda para livrar os jogadores em si do vício. No caso de Jobson, o atleta não foi pego no exame antidoping, mas foi acusado pelos árabes do Al-Ittihad de se recusar a fazer o teste

“Falei com o Martorelli, que é nosso representante na Fifpro, e vamos traçar uma estratégia para ver como podemos agir. A Fifpro tem representantes nos tribunais da Fifa e a ideia é tentar lá dentro persuadir ou mostrar que há controvérsias, vamos usar nossa influência para isso”, acrescentou o presidente do sindicato..

O jogador, em sua defesa, nega ter sido convidado a comparecer ao exame antidoping, já que estava sem jogar há tempos pelo time da Arábia Saudita e era pressionado para pedir demissão. Sua punição veio em abril, quando ele estava prestes a disputar a decisão do Carioca com o Botafogo. Atualmente, o atleta está sem contrato com ninguém e desempregado.

“Isso tinha que ser revisto, a punição de doping químico tem que ser vista de outra forma, não pode punir esportivamente, tem que resolver o problema. Não pode excluir o sujeito da sociedade. Pois sem dinheiro, sem trabalho, sem ter como sustentar a família, ele tende a virar um marginal”, finalizou Alfredo Sampaio.

O Sindicato dos Atletas de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (SAFERJ) vai tentar interferir junto à Fifa para ajudar o atacante Jobson a retornar aos gramados. A ideia é pedir socorro à Fifpro (Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais) para diminuir a punição de quatro anos imposta ao atleta e, assim, livrá-lo da marginalidade para que sua vida tem se encaminhado com o desemprego.

“Essa situação do Jobson nos preocupa e incomoda muito, pois sabemos que é um jogador problemático, mas a punição esportiva tinha que ter outro caminho, tinha que ter uma preocupação com o cidadão. Uma punição de quatro anos por uso de drogas joga o atleta na marginalidade para o resto da vida”, afirmou o presidente da SAFERJ, Alfredo Sampaio, em conversa com o ESPN.com.br.

O sindicato mantém conversas com o advogado Bichara Neto, um dos representantes de Jobson no caso, e está entrando na briga para ajudar o atacante. “Vamos fazer contato com a Fifpro, pois eles têm representantes na Fifa que podem ajudar. A nossa preocupação é salvar o cidadão, que está pedindo ajuda. Não faz sentido essa punição”, continuou Sampaio.

O principal ponto defendido pelo sindicato, e também pelos representantes do atleta, é que a Fifa pune o atleta dependente químico apenas na esfera esportiva, sem oferecer nenhum tipo de ajuda para livrar os jogadores em si do vício. No caso de Jobson, o atleta não foi pego no exame antidoping, mas foi acusado pelos árabes do Al-Ittihad de se recusar a fazer o teste

“Falei com o Martorelli, que é nosso representante na Fifpro, e vamos traçar uma estratégia para ver como podemos agir. A Fifpro tem representantes nos tribunais da Fifa e a ideia é tentar lá dentro persuadir ou mostrar que há controvérsias, vamos usar nossa influência para isso”, acrescentou o presidente do sindicato..

O jogador, em sua defesa, nega ter sido convidado a comparecer ao exame antidoping, já que estava sem jogar há tempos pel time da Arábia Saudita e era pressionado para pedir demissão. Sua punição veio em abril, quando ele estava prestes a disputar a decisão do Carioca com o Botafogo. Atualmente, o atleta está sem contrato com ninguém e desempregado.

“Isso tinha que ser revisto, a punição de doping químico tem que ser vista de outra forma, não pode punir esportivamente, tem que resolver o problema. Não pode excluir o sujeito da sociedade. Pois sem dinheiro, sem trabalho, sem ter como sustentar a família, ele tende a virar um marginal”, finalizou Alfredo Sampaio.

Segundo o Al-Ittihad, Jobson se negou a realizar exame antidoping, em 25 de março do ano passado, e foi suspenso por quatro anos pelo Comitê Antidoping da Arábia, mas a punição só o impedia de atuar em solo saudita. A Fifa, no começo deste ano, internacionalizou a pena. O processo corre na Suíça.

Com isso, a preocupação do Sindicato é com o cidadão Jobson, que sem poder trabalhar não tem renda e tende a se marginalizar cada vez mais. Na semana passada, por exemplo, foi detido por dirigir embriagado no interior do Pará, na cidade de Conceição do Araguaia.

A carreira de Jobson já havia enfrentado diversas polêmicas anteriormente. Em 2009, durante sua primeira passagem pelo Botafogo, ele testou positivo para cocaína. Depois de também assumir que já havia usado crack, foi suspenso pelo STJD por dois anos – tempos depois, a pena foi reduzida para seis meses.

Fonte: ESPN.com.br