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Tanque elogia Zeballos e diz: ‘Vou deixar o máximo pela camisa do Botafogo’

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Nascido em San Rafael, na província de Mendoza, que concentra mais da metade das vinícolas da Argentina, um grandalhão de 1,91m está à procura da harmonia perfeita com seu novo clube da carreira, o Botafogo. Andarilho do futebol, Juan Carlos Ferreyra começou sua carreira em pequenos times argentinos antes de chegar ao Newell’s Old Boys, há seis anos. Com passagem por Colômbia, Equador, Chile e Paraguai, Tanque, como é conhecido, encontrou seu maior desafio aos 30 anos. Neste domingo, às 18h30m, contra o Duque de Caxias, em Volta Redonda, ele vai estrear no Carioca. Sua maior missão, no entanto, é na Copa Libertadores, ou, como prefere, “La Copa”.

— Na Argentina, quase todo o futebol se concentra em Buenos Aires. Em Mendoza, eu estava muito longe para fazer o caminho até o futebol profissional — explicou, em espanhol, ao GLOBO. — Fico contente que pude crescer dia a dia. Me deixa tranquilo que o trabalho é bem feito. Ano passado, tive um grande ano no Olimpia (do Paraguai) e espero repetir isso no Botafogo.

Contratado para ser a referência no ataque, o camisa 9 gerou expectativa na chegada. Com menos de dois minutos em campo, perdeu um gol contra o Deportivo Quito, no Equador, e surgiu a desconfiança. Na última terça-feira se redimiu ao marcar o gol que abriu o caminho para a vitória sobre o San Lorenzo.

Dono de uma técnica questionável, o camisa 9 não deixa de se entregar em campo. É o que o tranquiliza quando se lembra do gol que perdeu na final da Libertadores do ano passado, ao escorregar depois de driblar o goleiro Victor, do Atlético-MG.

— São coisas que acontecem no futebol. Sempre deixei o máximo pela camiseta do Olimpia, como vou fazer agora pelo Botafogo — disse.

Tanque já é reconhecido nas ruas do Rio, mas tem dificuldades para falar português. O aprendizado promete ser difícil. Nos treinos, ele está sempre junto de Flaco, como chama o compatriota Bolatti, e de Nico, apelido do uruguaio Lodeiro. Com Mario Risso, zagueiro uruguaio recém-contratado, formam a legião estrangeira, que, esta semana, receberá o reforço do paraguaio Zeballos, ex-Olimpia.

— Ele é um excelente profissional. Vai acrescentar muito à equipe e faz muitos gols. Espero que se adapte bem rápido, e certamente vai — apostou.

Com a experiência de quem foi vice-campeão da “La Copa” no ano passado, quando marcou quatro gols, Ferreyra aposta que as partidas no Maracanã serão a chave para uma boa campanha no torneio. Sobre a recente saída de Elias, negociado com o futebol chinês e com quem disputava posição, ele lembrou a importância de ter um grupo forte.

— Neste tipo de torneio, todos são necessários. Seria muito egoísmo de minha parte dizer que gostaria de jogar sozinho — ressaltou.

Duque de Caxias: Andrade; Guti, Mayco e Emerson; Dudu, Guaraci, Neves, Juninho e Rodrigues; Nathan e Daniel Amorim

Botafogo: Jefferson, Edílson, Bolívar, Dória e Júlio César; Marcelo Mattos, Gabriel, Lodeiro e Jorge Wagner; Wallyson e Tanque Ferreyra

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