A chegada de Honda mobilizou a torcida do Botafogo. E o clube tratou de aproveitar para criar engajamento com seu público e capitalizar. De produtos criados especialmente para a chegada do japonês à busca por novos sócios, cada detalhe do evento no estádio Nílton Santos pareceu pensado para acolher o novo reforço e fidelizar os alvinegros.

A começar pela venda de produtos. Quiosques espalhados pelo setor oeste e vendedores ambulantes exibiam camisas do Botafogo com o número 4 às costas e o nome de Honda escrito em japonês. A camisa custava R$ 320. Mas havia também um enorme copo de pipoca com a imagem do jogador, inscrições em japonês e a hashtag “Honda chegou”, exposta em todas as áreas de publicidade da festa. Também no setor de público, havia um posto para cadastro de novos associados.

Quando o amistoso do time sub-17 do Botafogo estava no segundo tempo, pouco antes do início da entrevista coletiva que seria retransmitida pelo telão do estádio, já havia 8 mil pessoas no Nílton Santos. Um número que obrigou a abertura do setor Oeste superior – inicialmente, apenas o inferior estaria disponível, mas o clube já estava preparado para liberar outros setores conforme a demanda.

A recepção a Honda teve cara de festa temática. Quase tudo remetia ao Japão. As sinalizações do estádio ganharam versões em japonês, assim como a logomarca do programa de sócios do Botafogo, colocada no painel publicitário posicionado atrás da cadeira onde Honda concederia a entrevista coletiva. Quem chegava ao Nílton Santos ganhava uma bandeira que era metade do Botafogo, metade do Japão. Além da tradicional tira de tecido, o Hachimaki, que os japoneses amarram na testa em eventos festivos. No setor de imprensa, havia suco de uma marca japonesa e um buffet de sushi patrocinado por um dos parceiros do Botafogo.

Fonte: Extra Online