Vice do Botafogo reclama de contratos com comissão para empresários e metas individuais

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Por FogãoNET

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Eduardo Barroca, Vinicius Assumpção e Túlio Lustosa no treino do Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

O polêmico contrato de Pedro Raul, que prevê pagamento de € 1,5 milhão (cerca de R$ 9,6 milhões) ao jogador por ter atuado em 60% dos jogos, é apenas um exemplo no Botafogo. A nova diretoria alvinegra está incomodada com os contratos que herdou.

Vice-presidente geral e de finanças, Vinicius Assumpção apontou pontos que deveriam ter sido feitos de forma diferente.

– O que nos incomoda na direção é a ausência de procedimento nos contratos, a falta de uniformidade. Isso envolve comissionamento para agentes e metas esportivas. É preciso que haja metas coletivas e que ela faça parte da faixa salarial. O Botafogo precisa ter resultado. Não pode ter uma meta individual. O que o Botafogo ganha com isso? O resultado é zero – criticou Vinicius Assumpção ao blog “Dinheiro F.C.”, de “O Globo”.

Sem dinheiro e com dificuldade para pagar salários, o Botafogo vai tentar acordo por rescisões amigáveis com jogadores, principalmente se confirmar o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Redação FogãoNET e Blog Dinheiro F.C. (O Globo)

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