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Bala perdida quase encerrou carreira de Chay, hoje destaque no Botafogo

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Por FogãoNET

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Gol de Chay - Botafogo x Coritiba
Vitor Silva/Botafogo

Chay hoje é um dos principais destaques do Botafogo na Série B. A história poderia ser diferente, mas felizmente não é. O atacante de 30 anos revelou ao site “GE” e ao “Globo Esporte” que foi baleado em 2011, em Araruama, no Rio de Janeiro. A bala atingiu a costela e quase acertou o fígado, em uma recuperação que durou quase três meses.

– Eu era jovem, muito impulsivo e tinha uns problemas com o treinador. Além disso, eu sofri um acidente, fui baleado. Foi bala perdida. Teve a recuperação, eu não tive as propostas que eu gostaria e resolvi dar uma chance para o futebol de 7. Tive uma adaptação muito boa e fui muito bem aceito no fut7, então estava bem – revelou Chay.

– Na verdade, eu não teria nem férias, porque estava mudando de país e tinha pouco tempo até a pré-temporada. Pedi para ver minha família, meus amigos, ganhar um pouco de energia para aguentar mais nove meses de temporada. No terceiro dia de férias, aconteceu isso. A recuperação até foi curta, fui baleado em novembro e já estava jogando em janeiro. Só que o clube tinha limite de estrangeiros e precisava de jogadores com mais urgência – acrescentou.

Na época, Chay jogava no exterior, com passagens por Tailândia e Malásia. Foi quando migrou para o Fut7, onde brilhou inclusive no Botafogo. No clube, também já atuou no futsal quando criança e agora tem bom desempenho no campo.

– Espero que (a boa fase) dure até a última rodada do campeonato. Tenho metas, não vou expor porque vem a cobrança. Mas já estipulei algumas metas e espero alcançar – disse Chay, que teve rápida adaptação.

– A gente sempre espera o melhor, mas eu cheguei receoso com a adaptação. Não sabia se teria a mesma liberdade que tinha na Portuguesa. Logo que cheguei, tive um papo muito bacana com o Chamusca. Ele me disse que queria me utilizar exatamente como tinha me visto na Portuguesa, com muita liberdade para criar e finalizar – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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