‘Botafogo vai estar na Série B até maio, mesmo com acesso’, explica Freeland sobre planejamento para 2022

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Por FogãoNET

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Eduardo Freeland - Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

O clima no Botafogo é de confiança no acesso, tanto que o presidente Durcesio Mellodisse que pretende mais do que dobrar a folha salarial do elenco alvinegro na Série A de 2022. Em entrevista ao “Podcast GE Botafogo”, o diretor de futebol do clube, Eduardo Freeland, lembrou que as dificuldades serão grandes mesmo se o Glorioso confirmar a subida, mantendo – claro – o discurso de pés no chão.

– Nosso presidente é um entusiasta. Temos que entender primeiro que estamos na Série B até maio do ano que vem, mesmo que consigamos o acesso. Temos que ser muito pé no chão, temos muita confiança, mas não dá para fazer um planejamento pensando que vai subir. Vamos correr atrás de novo de outros clubes – previu Freeland, lembrando que o orçamento do Campeonato Carioca também reduziu.

– Hoje a folha está em torno de R$ 2 milhões e pouco, a ideia do presidente é dobrar isso. Sabemos que muita coisa pode acontecer até lá, o orçamento está sendo discutido, vai ser levado aos conselhos, etc… A ideia é que esse dobra no orçamento seja a partir de maio ou junho. Vamos ter que ser muito criativos para a montagem do elenco, tentar permanecer com boa parte desse elenco no qual temos confiado, que tem possibilidade de jogar uma Série A, assim espero, e aí vamos montando e reforçando ao longo da temporada. Tenho uma expectativa de a partir de junho, início de julho, estar com uma equipe forte. Até lá teremos o Estadual e a Copa do Brasil, que temos um histórico bem negativo, teremos que ser bem inteligentes e criativos e tentar ser o mais assertivo possível – completou.

Freeland adiantou que já há discussões sobre o planejamento para 2022, trabalhando com os dois cenários: retorno à Série A ou permanência na B. O dirigente disse, inclusive, que o clube já iniciou conversas por renovações contratuais, já que a maior parte do elenco tem contrato vigente apenas até o fim deste ano.

– Temos olhado muito mais para oportunidades do que ido ao mercado pensando em contratações de peso. Estamos monitorando algumas situações, mas com muito pé no chão. Até que se concretize o acesso, tomara que a gente consiga, aí sim começamos a olhar de outra forma. Já começamos há algumas semanas a conversar sobre renovações, mas é tudo sempre dentro de dois cenários: um se não subir, outro se subir. Foi assim com o Chay, por exemplo – explicou.

Fonte: Redação FogãoNET e Podcast GE Botafogo

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