O que falta para Gabriel de Alba, de fato, se tornar o novo controlador do Botafogo? Os advogados do clube e da GDA Luma discutem como será feita a transferência das ações da SAF, segundo explicou o “GE” nesta quarta (9/9).
São duas as possibilidades:
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drag along, quando o acionista majoritário (no caso, o Botafogo social, que detém 51%) pode forçar os minoritários (Eagle Bidco, sob administração da Cork Gully) e vender as ações, por um preço simbólico;
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aumento de capital, quando um dos investidores (nesse caso, a GDA Luma) faz um novo aporte e amplia sua participação societária na empresa, podendo se tornar o controlador.
Ainda segundo o “GE”, a GDA Luma deve fazer um novo aporte até dezembro de 2026. A proposta do fundo é de US$ 105 milhões, além de assumir a dívida da SAF. Já foram aportados cerca de US$ 50 milhões.
Botafogo e GDA Luma também estão trabalhando na elaboração de um novo acordo de acionistas, que seria atualizado em relação ao primeiro, sob John Textor. Não há prazo para a conclusão do processo, mas as partes tratam a situação com normalidade.