Enderson espera definições de permanências, inclusive a dele, para ajustar planejamento de 2022 no Botafogo: ‘Temos atletas com bom perfil para Série A’

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Por FogãoNET

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Enderson espera definições de permanências, inclusive a dele, para ajustar planejamento de 2022 no Botafogo: ‘Temos atletas com bom perfil para Série A’
Vitor Silva/Botafogo

Campeão da Série B, o Botafogo ainda tem o último jogo, neste domingo, contra o Guarani, no Estádio Nilton Santos, mas já pode virar a chave para 2022. Em entrevista ao podcast “Prancheta”, do “GE”, o técnico Enderson Moreira falou sobre o planejamento para a próxima temporada.

O primeiro passo para o treinador é a definição das permanências de peças importantes. O que inclui, além dos jogadores, ele próprio e o diretor de futebol Eduardo Freeland.

– Tudo passa em um processo do que vamos conseguir manter. Não temos hoje um retrato fiel de quem fica e quem não fica. O contrato com grande parte dos jogadores é de um ano apenas, primeiro porque o Botafogo precisa fazer isso, não pode comprometer o orçamento. Tem que fazer contrato até determinado ponto, foi o que aconteceu com o Navarro. Era um jogador talvez sem tanto destaque na base, ainda nada no profissional. Não pode fazer contratos longos com esses jogadores, porque compromete muito, são valores agregados por quatro ou cinco anos. Precisamos confirmar as permanências de jogadores, até do Freeland e do Enderson, bater o pé e falar que o projeto é esse. Quero muito ficar, o Freeland também, o que queremos saber é o que podemos executar para acreditar cada vez mais no trabalho. Se for para trabalho com tantas limitações, talvez seja mais difícil e talvez nem tenha condições. Temos conversado, há intenção de que todos permaneçam, mas precisamos conversar sobre esse planejamento, para ter definição clara. Temos essa expectativa – declarou Enderson.

O treinador acredita que haverá a necessidade de reforços, mas lembra que tem jogadores de qualidade no próprio elenco.

– O que penso sobre novos atletas: temos que manter uma base. Não acredito em construir uma equipe em cima de nada. Precisamos de uma base. Temos atletas com bom perfil para Série A. Não se pode assegurar que (Luis) Oyama, Pedro (Castro), Chay, esses jogadores todos não tenham capacidade de jogar na Série A. Pelo contrário, acho que podem virar referência. Deixar essa espinha dorsal da equipe e, diante dos que saíram, buscar atletas com perfil muito bom, se possível com experiência de Série A, que possam se complementar. Ter zagueiro mais de imposição física, outro mais técnico, outro superior no jogo aéreo. Criar boas possibilidade para usarmos todos esses atletas – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e podcast Prancheta (GE)

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