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Franclim vê empate entre Botafogo e São Paulo com ‘duas partes distintas’ e valoriza: ‘Equipe luta sempre contra tudo e contra todos e não desiste’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Franclim Carvalho em São Paulo x Botafogo | Campeonato Brasileiro 2026
Vítor Silva/Botafogo
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Um primeiro tempo ruim, com vitória parcial do São Paulo. Um segundo tempo mais competitivo e empate buscado no fim. O técnico Franclim Carvalho analisou o empate em 1 a 1 do Botafogo, neste sábado (23/5), no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, e valorizou o poder de reação.

Eu acho que temos que dividir o jogo em duas partes distintas, dois tempos distintos. Nós não fomos bem no primeiro tempo, sofremos o gol logo no início da partida. Num lance que os jogadores falaram muito antes do jogo. Mesmo sem eu ter alertado, eles próprios falaram sobre isso, que era a questão do bater no gol e estar preparado para o rebote. Nós ofensivamente. E nós não preparamos esse momento defensivamente. Claro que também o Artur faz um movimento fora para dentro, nós já estamos identificados com isso obviamente.

Se há jogadores que conhecem o Artur são os nossos. E ele faz um movimento fora para dentro e depois nós desmontamos ali por dentro e não acompanhamos a segunda bola, o rebote. Mas tivemos muita dificuldade no primeiro tempo. Acho que não conseguimos ser nós, não conseguimos fazer o que nós queríamos e não conseguimos fazer o que nós preparamos e o que nós trazíamos preparado – frisou Franclim.

Depois no segundo tempo, obviamente, acho que ficou claro que é um segundo tempo completamente diferente. E é praxe dizer que esta equipe tem mostrado que contra tudo e contra todos luta sempre e é sempre até o fim e não desiste. E foi isso que aconteceu mais uma vez.

O Jordan acabou por fazer gol no rebote também. E depois nós ainda temos mais uma chance pelo Chris, já depois do empate. E depois eu ouço o quarto árbitro a dizer ao juiz que é escanteio. O juiz tem que respeitar os colegas, tem que ouvir os colegas porque eles são lá para ajudar. Não pode querer acabar o jogo quando é escanteio – completou.

Leia outras respostas do treinador:

Papo no intervalo

– Eu acho que tem que pensar o que eu disse antes da partida, porque nós não podemos fazer este primeiro tempo tão diferente do segundo. Portanto, o que é preocupante é o que eu disse antes do jogo. No intervalo, nós tentamos corrigir, passar a ideia, a mensagem, do que tínhamos preparado e que não estávamos a fazer. E depois, como eu disse anteriormente, estes atletas, estes jogadores, já mostraram que é até o último minuto, é até o último apito do árbitro. Nós já somamos muito ponto nos últimos minutos das partidas. Também já perdemos pontos. Mas estes jogadores mostraram uma vez mais que é até o último suspiro. E eu acho que não vamos aqui falar de questões táticas, de questões estratégicas, mas sim do chip, da disponibilidade, que foi totalmente diferente no segundo tempo.

Saída de Justino para entrada de Chris Ramos

– Quanto à questão do Justino, o Justino tinha amarelo. Nós estávamos em cima do adversário, o Justino fez um grande jogo. Foi a primeira vez que o jogou de início desde que eu cheguei. Contra um atacante muito forte, muito bom jogador, muito chato. Está o jogo todo a correr, a saltar e a pressionar. E o Justino foi, mesmo com o amarelo, aguentou-se bem. Fez um grande jogo. E saiu porque nós tínhamos que arriscar. Eu tinha o Chris como atacante na reserva.

– E nós, eu tinha dito à comissão, se os 40 estiverem assim, vamos meter o Chris, tirar o Justino. Mas temos o Marçal, temos o Jordan a fazer o produto. Não estávamos com muita bola, mas estávamos só a fazer cócegas. E nós temos que amassar mais o adversário, criar mais. E tentamos meter mais bola na frente. Fomos felizes através de uma bola parada, mas foi essa a ideia de arriscar. O 1 a 0, obviamente, não era um resultado que nos agradasse.

Resultado justo?

– Eu acho que justiça e injustiça isso não existe no futebol. Eu digo isso muitas vezes. Porque nós já ganhamos jogos que não merecíamos ganhar. Já empatamos jogos que merecíamos ganhar. Já perdemos jogos que não merecíamos perder. Portanto, justiça e injustiça, não. Para mim, não existe. Sentimos sim, e eu acabei de dizer isso. Nós fizemos o gol e dissemos que tivemos a chance do Chris. E depois, se o juiz ouve o quarto árbitro e marca o escanteio, é diferente para o adversário. Nós estamos debaixo para cima cima, estamos motivados. O adversário estava a abanar um bocadinho e se calhar nós metemos ali a bola no ar, e ela pinga ali, é sempre diferente. Mas justiça ou injustiça, como eu disse, isso no futebol não existe.

Fonte: Redação FogãoNET

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