Freeland evita expressão ‘comitê’ e explica relação com Jorge Braga no Botafogo

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Por FogãoNET

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Eduardo Freeland e CEO Jorge Braga - Botafogo
Reprodução/Botafogo TV

‘Comitê’ é uma palavra que ficou marcada negativamente no Botafogo após o rebaixamento para a Série B no Campeonato Brasileiro de 2020. Talvez por este motivo, o diretor de futebol alvinegro, Eduardo Freeland, evite usar a expressão. Fato é que cabe a ele, ao presidente Durcesio Mello, ao vice-presidente geral Vinicius Assumpção e ao CEO Jorge Braga as decisões sobre o futebol do clube.

– Temos um diálogo bom nós quatro. O futebol é o coração do clube, a ideia é que tudo seja discutido. O presidente quando me contratou falou em carta branca e autonomia, isso foi uma sedução que eu tive para vir. Me dão muito essa possibilidade e trazem opiniões com embasamento. A gente troca, sou um cara de construção para sermos o mais assertivos possíveis – explicou Freeland, em entrevista ao podcast “GE Botafogo”.

O diretor de futebol falou também sobre a relação com o CEO Jorge Braga. Sem negar que já houve discordância, Freeland enfatizou que o principal é pensar no Botafogo.

Claro que há discordâncias, toda unanimidade é burra. A discordância, se é na intencionalidade do bem para o clube, o que sempre é conosco, vamos discutir e tentar chegar ao melhor. Vai ser um embate de argumentos. É claro que ele é o CEO do clube, está acima de mim na hierarquia, mas ele ouve e troca. Tento trazer argumentos até pela minha experiência de quase 20 anos no futebol, ele traz outros argumentos de olhar corporativo que é muito interessante. Alguns são aplicáveis, outros são mais para o futuro. Às vezes há discordâncias mais acentuadas ou pontuais, mas o mais importante é o clube. Cada tem sua ideia, é preciso ver quem tem mais argumentos e chegar à melhor solução em prol do Botafogo – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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