Depois de dar uma entrevista coletiva a um grupo reduzido de jornalistas, John Textor foi às redes sociais para responder o presidente do Botafogo social, João Paulo Magalhães Lins, que disse que o norte-americano havia feito a GDA Luma ser a nova dona do clube ao dar suas ações na SAF como garantia.
“Ainda mentindo? Uma penhora de ações como garantia não é uma transferência. É uma promessa de pagar ao credor, neste caso, meu sócio, a GDA, que concordou com uma divisão 50/50 da propriedade comigo… Até que o BFR deixou claro para ele que nunca faria um acordo comigo. Fato”, escreveu Textor no Instagram na tarde desta quarta-feira (3/6).
João Paulo Magalhães Lins afirmou que o livro de registro das ações da SAF deixou claro que Textor empenhou suas ações em nome da GDA Luma, na ocasião de um empréstimo de US$ 25 milhões contraído no início de fevereiro de 2026.
– O Livro de Registro das ações, está claro, ele sendo controlador tirou as ações do próprio nome dele e colocou no nome da Eagle. Em fevereiro/2026 ele empenhou todas as ações em nome da GDA, ele próprio já tinha feito a GDA dona do Botafogo. O que nós estamos conseguindo fazer é melhorar as conversas com a GDA – disse João Paulo ao “Canal do Medeiros” mais cedo nesta quarta-feira (3/6).
Veja o post de John Textor:
