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Jornalista: ‘Botafogo social vê saída de John Textor como positiva para poder negociar diretamente com Eagle e Ares’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

John Textor e João Paulo Magalhães em Botafogo x Vasco | Copa do Brasil 2025
Vítor Silva/Botafogo

John Textor, hoje, é o personagem mais distante do controle da SAF do Botafogo. Com o afastamento ratificado pelo Tribunal Arbitral, que devolveu poderes políticos à Eagle Bidco/Ares Management, o empresário norte-americano perdeu ainda mais espaço. O que o clube social considera ser positivo. A informação é do jornalista Thiago Veras, do canal “Arena Alvinegra”, nesta terça-feira (12/5).

Quem hoje tem que brigar diretamente é o associativo, né? Uma coisa com que eu conversei, falei com três pessoas ligadas ao associativo, o primeiro ponto, em relação ao Textor, digamos que ele hoje, numa luta de boxe, já tomou alguns socos e está ali na contagem, para levantar, tentar seguir na luta ou então perder de vez. O perder perder de vez seria o assunto ser julgado lá no Reino Unido, de quem tem razão, de quem é dono de fato das ações da empresa. Se é da Ares, então o Textor está fora. Se é do Textor, aí ele volta. Mas nesse momento, para o associativo, uma das informações que eu obtive é que a saída dele num cenário assim quase que definitivo é positivo para clube poder negociar diretamente com a Eagle ou com a Ares.

Por quê? Porque o Textor quer recuperar o seu espaço, e a briga dele é com os outros sócios e com a Ares. Então essa briga, que durante muito tempo foi o grande causador desses problemas financeiros, desse perrengue de forma estrutural da SAF, é uma briga meio que sem fim. E ela veio se arrastando, se arrastando, se arrastando. Chegou nesse ponto todo que a gente está vendo, degringolando a situação de uma forma absurda. Então, sem o Textor, o associativo considera que já é um bom cenário para quê? Chamar a Ares, chamar a Eagle, e dizer “ó, vamos lá. Já que vocês não querem ficar, nunca quiseram ter o comando, administrar e ver como é que vai ser, então a gente agora definiu o nosso caminho. Se é um caminho sem vocês, OK. Sumam daqui. Como é que a gente faz pra poder resolver essa situação?” – afirmou Thiago Veras.

E a outra corrente é a informação que eu tenho, dá o seguinte cenário: “Se vocês não querem, e vocês já romperam esse acordo de acionistas”, porque há algum tempo a Eagle não paga, não deposita o que tem que depositar, não paga o que tem que pagar, não arca com os impostos que estão previstos em um contrato da SAF, ela meio que vai ter que ser, digamos assim, obrigada, ou ela vai ser forçada a aceitar, já que ela não cumpre e não quer administrar o que o Botafogo associativo tem de solução para o problema. Durante muito tempo foi cobrado no associativo “qual é a sua solução?”. Ele veio trabalhando, até chegar numa proposta oficial apresentada pela GDA.

Então agora a solução do associativo já existe, e se o social considera que a Eagle rompe esse acordo, vai ter automaticamente que aceitar a entrada de um novo investidor e a saída da SAF. Agora se isso é tão fácil assim, se não vai ter que ir na Justiça e tudo mais… Essa é a posição, são duas informações que eu conversei com as pessoas e recebi em relação ao associativo. Agora tem que saber se isso na prática isso vai se tornar verdade ou não. Porque o plano da Ares e da Eagle sempre foi o quê? Sair sem pagar valor nenhum ou pagar o menor valor possível, ponto. Dentro desse processo, o fato é asfixiar o Botafogo da melhor forma possível pra que eles tenham faca e queijo na mão de poder barganhar esse menor valor e sair fora – explicou.

A Eagle quer ainda o afastamento de Durcesio Mello do cargo de diretor da SAF e a extinção do pedido de recuperação judicial. A empresa é dona do Lyon, na França.

Fonte: Redação FogãoNET e canal Arena Alvinegra

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