Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade .
Jogos

Campeonato Brasileiro

08/08/26 às 21:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

X

Escudo Fluminense
FLU

Campeonato Brasileiro

26/07/26 às 16:00 - Mineirão

Escudo Cruzeiro
CRU

0

X

1

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Campeonato Brasileiro

23/07/26 às 19:30 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

0

X

0

Escudo Vitória
VIT
Ler a crônica

Canal: Textor tenta convencer credores do Botafogo a não aceitar acordo proposto pela SAF na recuperação judicial

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Entrevista de John Textor, ex-controlador da SAF Botafogo | Junho 2026
Reprodução/ESPN
Siga o FogãoNET no Google Discover

Ex-controlador do Botafogo, John Textor vem tentando convencer credores que integram a lista da recuperação judicial a não aceitarem o acordo proposto pela SAF. A informação é de Ricardo Azambuja, do canal “Fala Fogão” e colunista do FogãoNET, na noite desta terça-feira (21/7).

De acordo com a apuração, que cita fontes ligadas ao clube associativo, o empresário norte-americano sustenta que tem uma verba, captada em parceria com Evangelos Marinakis, separada para quitar esses débitos em condições mais vantajosas.

John Textor segue brigando nos tribunais para tentar voltar ao controle do Botafogo. Enquanto isso, o clube já está sendo comandado, no dia a dia, pela GDA Luma, mesmo com o processo de revenda ainda não ter sido concluído pelo clube social.

Posicionamento de John Textor:

“Minha oposição ao plano de recuperação judicial nunca foi uma oposição à reorganização financeira do Botafogo. A questão central sempre foi preservar a credibilidade que reconstruímos para o clube e proteger uma estratégia de gestão que já demonstrou resultados.

Empresas saudáveis e em crescimento utilizam dívida para investir em ativos e aumentar o valor desses ativos. No futebol, esses ativos são os contratos dos jogadores e o desenvolvimento de talentos. Nos últimos anos, o Botafogo aumentou significativamente o valor do seu elenco, da sua base, das suas receitas e da sua competitividade, além de conquistar títulos. Esses resultados não aconteceram por acaso.

É verdade que enfrentamos um problema inesperado, que não fazia parte do planejamento inicial. A interrupção dos fluxos financeiros entre os clubes do grupo, especialmente envolvendo o OL, fez com que os níveis de dívida aumentassem além do que havíamos previsto. Esse foi um evento extraordinário que exige ajustes de rota, mas não invalida uma estratégia que claramente trouxe resultados.

Ajustar o caminho é uma atitude de responsabilidade. Abandonar um modelo que funcionou seria um erro.

Também é importante esclarecer que reconhecer um problema inesperado não significa não admitir erros ou não estar disposto a mudar. Já falei sobre isso em outras oportunidades. Existe uma diferença entre reconhecer que precisamos fazer ajustes e abandonar uma estratégia que aumentou receitas, melhorou a rentabilidade e tornou o Botafogo mais competitivo.

Minha oposição ao plano de reestruturação está baseada em um princípio que considero inegociável: o Botafogo precisa honrar seus compromissos com outros clubes. Trabalhei muito para reconstruir a reputação internacional da instituição. Voltar a uma lógica em que o não pagamento de obrigações no futebol é tratado como algo normal seria retornar às práticas antigas que prejudicaram o futebol brasileiro por décadas.

Existe uma contradição nesse debate. Algumas pessoas dizem que a recuperação judicial prejudica a imagem do Botafogo, mas ao mesmo tempo defendem um plano que, na minha visão, prejudica ainda mais essa imagem ao permitir que obrigações com outros clubes deixem de ser cumpridas.

O nosso projeto está funcionando. O Botafogo hoje é mais forte, mais valioso e mais competitivo do que nunca. Tivemos uma ruptura financeira inesperada que exige ajustes, mas a solução não é abandonar uma estratégia vencedora nem colocar em risco a credibilidade que levou anos para ser reconstruída.”

Fonte: Redação FogãoNET e X do Ricardo Azambuja

Comentários