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Vitinho admite que ficou chateado com não convocação, crê que tática anterior no Botafogo o prejudicou e mantém sonho de Seleção: ‘Esperança é a última que morre’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Vitinho admite que ficou chateado com não convocação, crê que tática anterior no Botafogo o prejudicou e mantém sonho de Seleção: ‘Esperança é a última que morre’
Vitor Silva/Botafogo

Convocado para a Seleção Brasileira em 2025, Vitinho ficou fora das últimas listas do técnico Carlo Ancelotti. Em entrevista ao canal “Arena Alvinegra”, o lateral-direito do Botafogo contou que não desistiu de ir para a Copa do Mundo e que ainda tem esperança.

– Ah, desacreditar a gente não acredita nunca, né? Até porque eu lembro que em 2020, mais ou menos, estava na pior fase e sempre pensei em Seleção Brasileira. E isso foi acontecer depois de cinco anos, sabe? Então não vou desacreditar logo agora que estou tão perto. O que eu penso no meu dia a dia é que eu tenho que evoluir a cada dia aqui nos treinos, junto com o Franclim, junto com o grupo, que foi isso que me fez chegar na Seleção Brasileira. Então é isso que eu acredito. Meu dia a dia é o que vai me levar a ter sucesso na minha vida. É a constância, sabe? De estar ali jogando todos os dias e dar o meu melhor. E poder evoluir. Então a esperança é a última que morre. Então, e mesmo se não acontecer também, eu vou estar torcendo para a Seleção Brasileira. O período que eu passei lá foi um período de muito aprendizado. A gente está ali com os melhores, então você aprende muito. Foi um sonho que eu realizei, mas claro que ainda penso em ir para a Copa do Mundo e isso passa na minha mente ainda. Mas isso só vai acontecer se eu tiver bem no clube e o mais importante é eu fazer bons jogos aqui. Se Deus quiser a oportunidade vai aparecer de novo – comentou Vitinho.

O jogador admitiu que sentiu por não ter sido convocado para os últimos amistosos. Ele acredita que o esquema anterior no Botafogo, com Martín Anselmi, o prejudicou.

– Cara, sendo sincero, eu acho que sim. Eu fiquei chateado com a última não convocação de não ter ido. Eu acho também que grande parte foi isso, a forma como eu estava jogando. Teve jogo que joguei de zagueiro, eu nunca joguei de zagueiro na minha vida. Imagina, eu 1,70m, jogando de zagueiro. Mas até que eu achei que eu fui bem. Joguei na lateral esquerda, joguei de atacante… Eu estava brincando com o pessoal do Botafogo que agora eu joguei em todas as posições, menos goleiro. E eu acho que isso me atrapalhou um pouco também. Mas, cara, passou, não posso ficar pensando nisso também. Foi um dia difícil depois, mas passou. A vida tem que seguir. E, como eu falei, a constância, aquilo que eu faço no meu dia a dia é que vai me levar a ter sucesso na minha vida. Eu levo isso comigo. Então, estou vivendo um momento bom de novo com o Franclim. E eu espero que esse momento bom me leve a ter chance na Seleção Brasileira de novo. E se não for também, eu vou estar torcendo pelo Brasil. Tem muitos anos que a gente não ganha a Copa do Mundo e a gente é brasileiro, cara. Então, acho que não existe um brasileiro que não vai torcer pela Seleção. Eu estou tranquilo. O meu pensamento agora é fazer bons jogos no Botafogo. E se for para mim vai vir, mas nem se não for, também, eu vou seguir bem aqui no Botafogo – finalizou.

Fonte: Redação FogãoNET e Arena Alvinegra

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