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Análise: frágil e inoperante, Botafogo tem mais erros que acertos em laboratório de Barroca contra o Santos

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Blog da Redação

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Análise Santos x Botafogo
Reprodução

O calvário do Botafogo continua. Na Vila Belmiro, o time perdeu para o Santos por 2 a 1, com gols de Soteldo e Bruno Marques para o Peixe e Pedro Raul para o Glorioso. Com o resultado, o Alvinegro segue na lanterna do campeonato e o rebaixamento está cada vez mais próximo.

Confirmado no cargo até o final do campeonato, o treinador Eduardo Barroca tem nessa reta final de campeonato o desafio de se mostrar capaz de conduzir um processo de reconstrução do Alvinegro em 2021. Para atingir esse objetivo, precisa encontrar em um elenco desmotivado um time com padrão tático, movimentações ofensivas treinadas e marcação ajustada. E, assim, seguiu o laboratório buscando a formação ideal com as peças que tem disponíveis, cometendo erros e acertos – mais erros que acertos.

Contando com as voltas de Benevenuto, Caio Alexandre e Matheus Babi, que cumpriram suspensão contra o Vasco, o treinador apostou novamente na formação com dois atacantes, com Pedro Raul e Babi. No gol, Diego Loureiro entrou no lugar de Cavalieri que sentiu uma indisposição na concentração. O goleiro de 22 anos fez seu primeiro jogo na temporada. Kelvin e Nazário foram as alternativas do treinador para jogar pelas pontas.

Apesar da alternância de nomes, a proposta de jogo do Botafogo era semelhante à do clássico do último domingo: explorar o contra-ataque. E a chance de abrir o placar apareceu logo no primeiro minuto, mas Nazário executou mal o passe na jogada. Aos três minutos, Soteldo não desperdiçou a chance que teve. Essa situação exemplifica os números das equipes; enquanto o Glorioso precisa em média de 11.8 finalizações para marcar um gol, o time da Baixada Santista precisa de apenas seis finalizações. A incapacidade de marcar gols conduz o Botafogo à situação em que se encontra.

Análise Santos x Botafogo

A falta de intensidade e atenção na marcação novamente deu o tom da atuação do Alvinegro. É muito confortável jogar contra o Botafogo. O sistema defensivo não se impõe com pressão na bola forçando o adversário a se livrar rapidamente dela, mas costuma assistir passivamente à troca de passes enquanto permite movimentações entre suas linhas. Não por acaso a equipe é a 18ª em números de desarmes no campeonato, com uma média de 13 por jogo.

Análise Santos x Botafogo

O Santos controlava o jogo sem, no entanto, exercer uma grande pressão. Possivelmente, o forte calor da tarde de domingo e o cansaço pela sequência de jogos importantes levaram o time paulista a cozinhar o jogo, controlando a posse de bola e as ações no meio de campo. Nesse cenário, a jogada de Caio Alexandre que colocou Babi em posição de sofrer o pênalti que deu o empate ao Glorioso foi mérito total do meia, onisciente no meio-campo alvinegro, responsável por qualificar a saída de bola junto aos zagueiros e distribuir passes decisivos no campo de ataque.

A segunda etapa começou com a estreia de Gustavo Cascardo na lateral direita, 55º atleta utilizado pelo Botafogo na temporada. No rodízio de alterações, também foi a vez de Davi Araújo ganhar a chance de ser a opção de velocidade que Kelvin não consegue ser. A falta de velocidade é um grave problema na formação do elenco alvinegro, carente desde a saída de Luis Henrique. Bruno Nazário que não é um velocista, também não consegue dar velocidade no passe. Assim, durante todo o segundo tempo, o Botafogo foi empurrado para seu campo de defesa sem qualquer alternativa de contra-ataque. Foi questão de tempo sofrer o gol aos 36 minutos, após ótimas intervenções de Diego Loureiro.

A caminhada da expiação alvinegra seguirá até o final do campeonato. A cada partida o triste destino parece cada vez mais perto. O próximo jogo será contra o Atlético Goianiense, dia 20, às 17h, no Nilton Santos.

Números do jogo:

Posse de bola – BOT 41% x 59% SAN
Passes certos – BOT 225(80%) x 347(85%) SAN
Passes longos – BOT 15/39 (38%) x 19/29(66%) SAN
Finalizações – BOT 6 (3 no gol) x 23 (5) SAN
Chances claras – BOT 1 x 2 SAN
Faltas – BOT 24 x 8 SAN

Fonte: Redação FogãoNET

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