Jogo político, críticas vazias e ataques a John Textor e SAF mostram que Botafogo incomoda

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John Textor no Estádio Nilton Santos, do Botafogo
Twitter/Camisa 7

* O Estádio Nilton Santos não recebia eventos de Atletismo desde 2016, teve um este ano e gerou reclamações da CBAt (Confederação Brasileiro de Atletismo) sobre os altos custos. Mas bastou o Botafogo se movimentar e ter reunião com o prefeito Eduardo Paes buscando alternativas, para a pista voltar a ser tratada como algo sagrado.

* A ponto de o deputado estadual André Ceciliano, em parceria com Chiquinho da Mangueira, já ter criado projeto de lei pedindo o tombamento da pista de atletismo, o que impediria a demolição da pista ou transferência para outro local. Por que a preocupação de dois deputados estaduais – um que não esconde ser flamenguista e outro vascaíno – em um equipamento da Prefeitura?

* Se a pista de atletismo é tão importante, a solução é simples. A Confederação Brasileiro de Atletismo pode assumir a administração do Estádio Nilton Santos, ficar responsável pelas despesas e promover os torneios que bem entender. Certamente os eventos vão bombar, gerar receita e dar retorno para a região. Só que não.

* Esse é o jogo político que o Botafogo e a SAF têm que enfrentar. No Rio de Janeiro, apenas um clube parece ter direitos, os outros têm que passar por diversos “obstáculos”, em diferentes esferas.

* Há também as críticas vazias, ataques à SAF do Botafogo com objetivo de tumultuar e ataques pessoais a John Textor. Esta semana, circulou uma reportagem com o título “Botafogo está sendo obrigado a vender suas peças para John Textor não falir”, que é tão absurda que é baseada em empréstimos encaminhados de Barreto e Luís Oyama para o RWD Molenbeek, outro clube da rede global do empresário americano. Ou seja, de qualquer forma, Textor seguirá “responsável” pelos custos, de salários, desses jogadores.

* Na semana passada, foi falado em “prejuízo operacional” da SAF do Botafogo, o que foi prontamente rebatido por John Textor. É óbvio, em qualquer negócio, que a fase inicial é de investimentos e estruturação, para que se tenha lucro futuro. Mas a imprensa parece querer que a SAF do Botafogo faça o caminho inverso.

* Por fim, ainda há o caso do colunista Marcondes Brito, do “Metrópoles”, o que criticou até mesmo quando o Botafogo teve seu escudo exibido em placas de publicidade na Premier League e levou invertida de Textor. O blogueiro, em vez de reconhecer o erro, parece ter levado para o pessoal, tanto que dedicou três colunas este mês para fazer novas críticas ao empresário americano. Nenhuma delas repercutiu.

* Marcondes Brito criticou Textor até por motivos aleatórios. Como: “Crystral Palace de John Textor renova acordo com a série Ted Lasso. Enquanto isso, o Botafogo segue no meio da tabela, e, apesar dos reforços anunciados esta semana, a sensação ainda é de frustração”. Qual a relação de Ted Lasso com o Botafogo?

* Outro ataque do colunista foi por o clube não ter sido o que mais gastou na janela de transferências. Marcondes Brito reclamou que “O mr. John Textor chegou prometendo mundos e fundos, mas por enquanto o time dele está patinando” e ironizou não ter havido a contratação de “rigorosamente (e sem trocadilho com a camisa do time), nenhuma estrela”.

* Já a coluna mais recente do blogueiro diz que “John Textor gosta de bater boca com jornalistas” e questiona se ele “está feliz com esse time do Botafogo?”. Sendo, que educadamente, Textor responde nas redes sociais apenas quando são ditas inverdades por parte de jornalistas. Algo bem diferente de “gostar de bater boca”.

* Com SAF, não vai ser diferente do que era antes. O Botafogo terá que se acostumar a jogar contra tudo e contra todos para seguir seu crescimento e seu projeto, que já incomoda a muito mesmo estando em estágio inicial.

Fonte: Redação FogãoNET

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