Pitacos: atuação de árbitra Edina Alves foi lamentável em Botafogo x Atlético-GO; Adryelson é boa notícia 

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Pitacos: atuação de árbitra Edina Alves foi lamentável em Botafogo x Atlético-GO; Adryelson é boa notícia 
Vitor Silva/Botafogo

* Muito se falou sobre Botafogo 0 x 0 Atlético-GO, com críticas ao time alvinegro, mas passou praticamente batida a péssima atuação da árbitra Edina Alves Batista. E também de suas auxiliares. Confusas, irritaram os jogadores e ditaram o ritmo do jogo.

* As bandeirinhas se mostraram perdidas, errando marcações de laterais, escanteio ou tiro de meta, demorando demais a marcar impedimento e algumas vezes até divergindo da árbitra. Um show de horrores.

* Mas o pior mesmo foi Edina. Antes afastada, por 20 jogos, voltou recentemente e mostrou em Botafogo x Atlético-GO que está meio fora de sintonia. Deu faltinhas que não têm sido marcadas no Campeonato Brasileiro, inverteu marcações, não teve critério e foi econômica até nos acréscimos. E errou também em lances pontuais.

* Primeiro inventou cartão amarelo para Philipe Sampaio, que foi deslocado, tocou na bola e foi chutado na área. Não foi pênalti, mas também não foi lance para cartão amarelo. No segundo tempo, o zagueiro fez falta em Luiz Fernando, com empurrão, e acabou expulso. Um cartão vermelho plausível, mas que muitos árbitros evitariam, chamando atenção com conversa.

* Do outro lado, Edina viu empurrão de Luiz Fernando em Eduardo dentro da área. E aí não teve coragem de marcar nem de rever no VAR. OK que para muita gente esse tipo de lance pode não ser considerado falta, mas o critério dela no jogo inteiro foi marcar. Então, deveria ter dado o pênalti.

* E sabem quem era o quarto árbitro? Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ), o mesmo que na quarta-feira errou de forma grotesca contra o Botafogo em clássico com o Flamengo. Ele deixou de marcar um pênalti claro e ainda expulsou o atacante Batata no lance. A punição? Não teve, o que veio foi o prêmio de atuar em jogo da Série A do Campeonato Brasileiro.

* Sobre o jogo com o Atlético-GO, Luís Castro jogou fora praticamente 60 minutos por colocar Matheus Nascimento no lugar de Erison. Já falamos aqui, Matheus não está pronto e não fez gols no Brasileiro, enquanto Erison entregou ao time gols, pontos e maior participação. É capaz de brigar, segurar a bola e arrumar espaços. Matheus é mais técnico, mas acaba dominado pela força dos zagueiros rivais.

* Luís Castro teve a semana inteira para treinar, sem surto de virose no elenco, com opções. Já não tinha Lucas Fernandes, tirou também Luis Henrique e Erison. Desmontou seu setor ofensivo, colocou Victor Sá sem ritmo. Seu time novamente trocou passes sem criatividade e sem velocidade para furar o bloqueio adversário, deixando espaço para contra-ataques perigosos.

* Não é exagero falar que o Botafogo jogou melhor com um a menos. Por quê? Porque o time atua melhor de forma reativa, se posiciona, se defende e sai forte em contra-ataques. Mas Luís Castro não dá o braço a torcer, quer ter o controle mesmo sem ter um time com tanta qualidade. Vai deixando escapar pontos importantes.

* Como esperança, fica a chegada de reforços. O Botafogo fez uma boa janela de transferências. A notícia boa de sábado foi a atuação de Adryelson, que animou a torcida em apenas 30 minutos em campo. Foi firme, sério, concentrado, ágil. Parece que será uma opção interessante para o restante da temporada.

Fonte: Redação FogãoNET

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