Que futuro quer Barroca no Botafogo insistindo nas mesmas (e péssimas) peças?

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Eduardo Barroca - Fluminense x Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

– Cenário é bastante adverso, mas nos obrigamos a lutar até o final para reverter esse cenário ainda nessa competição e, ao mesmo tempo, dar sinais de que estamos olhando o futuro, olhando uma construção para a frente, diferente do que aconteceu esse ano.

Eduardo Barroca falou essas palavras à reportagem do SporTV antes do início do clássico contra o Fluminense, que viria a ser mais uma atuação pavorosa do Botafogo neste Campeonato Brasileiro.

Agora, fica a questão: para que futuro Barroca está olhando insistindo nos mesmos jogadores que já demonstraram não terem a mínima condição de vestirem a camisa do Botafogo?

Na formação contra o Fluminense, mais uma vez tivemos que aturar Bruno Nazário, Kevin, Rafael Forster (que jogou improvisado de volante e depois de lateral-esquerdo), Victor Luis… Aí depois entraram Cícero, Davi Araújo, Angulo… Ainda teve tempo para aturar Barrandeguy improvisado na esquerda!

E as peças que Barroca levou para o banco? Continua levando Kelvin, Luiz Otávio… O treinador mais uma vez levou 24 jogadores para a concentração e, assim como aconteceu com o volante Kayque contra o Atlético-GO, desta vez Ênio foi cortado.

Por que preterir Ênio, um garoto formado na base, para dar espaço a jogadores fraquíssimos como Angulo, Kalou, Kelvin e Davi Araújo? Porque voltar com Diego Cavalieri, nitidamente sem condições de ajudar, e não dar uma sequência maior ao Diego Loureiro?

O espaço está aberto, Barroca.

Fonte: Redação FogãoNET

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