O Colo-Colo pagaria 1,5 milhão de dólares, cerca de R$ 6 milhões, para comprar 70% dos direitos econômicos de Leo Valencia, porém uma exigência do empresário do meia, Fernando Felicevich, travou a negociação entre o clube chileno e o Botafogo, que já tinham chegado a um acordo para a transferência. As informações foram dadas nesta quarta-feira pelo ex-jogador Marcelo Barticciotto, homem próximo à diretoria do Cacique no programa Fox Sports Rádio.

Segundo Barticciotto, ídolo do Colo-Colo, não houve entendimento entre as partes porque o representante do atleta impôs que Leo Valencia, já em 2020, tivesse uma multa rescisória no valor de R$ 2 milhões. A pedida, obviamente, não fez o menor sentido e foi considerada “ridícula”. O contrato seria válido por dois anos e meio e teria que ser sacramentado até a noite desta quinta, quando fecha a janela no Chile.

– Me disseram que a transferência de Leo Valencia melou. Estava quase pronto, mas melou. O Colo-Colo chegou a um acordo com o Botafogo e o jogador por dois anos e meio de contrato. O representante conversou com os dirigentes do Colo-Colo, disse que estava certo e as questões acordadas, mas que poderiam levá-lo por 500 mil dólares em 2020, algo que eles acharam ridículo – contou.

Marcelo Barticciotto diz que Leo Valencia, do Botafogo, não vai reforçar o Colo-ColoBarticciotto revela detalhes da negociação entre Colo-Colo e Leo Valencia (Foto: Reprodução/Fox Sports)

Salário de Leo Valencia seria bem menor no Colo-Colo

Apesar da imprensa chilena noticiar nos últimos dias que, tirando o empresário, todos haviam chegado a um acordo, o Boletim do C.E apurou que Leo Valencia queria voltar ao país natal apenas no fim carreira. Além disso, o salário oferecido para o meia era de aproximadamente R$ 140 mil, quase a metade dos vencimentos atuais no Botafogo, o que também não agradou.

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Fonte: Redação FogãoNET e Fox Sports Chile