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Montenegro diz que Gatito insistiu para sair do Botafogo; goleiro não comenta e quer voltar a jogar pelo clube

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Boletim do C.E.

Boletim do C.E.

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Gatito Fernández e Carlos Augusto Montenegro, goleiro e dirigente do Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

Carlos Augusto Montenegro e Gatito Fernández começaram a semana trocando farpas nos bastidores do Botafogo. Um chamou o outro de covarde pelas posturas fora e dentro das quatro linhas durante a sofrível temporada 2020 do clube. Só que não parou por aí. O ex-presidente voltou a se manifestar nesta terça-feira (9/2) para justificar as palavras direcionadas ao goleiro alvinegro, que se recupera desde setembro de uma lesão no joelho direito.

Segundo Montenegro, Gatito Fernández, por meio do seu empresário, teria insistido para ser negociado pelo Botafogo no ano passado, principalmente depois dos meses de paralisação do futebol brasileiro por conta da pandemia do novo coronavírus, quando os salários passaram a ficar em dia com o elenco.

O Gatito, no primeiro semestre, pediu para sair algumas vezes. Tinha um procurador, um representante dele, que reclamava muito de salários atrasados. Fizemos um esforço e colocamos os salários dele em dia a partir de junho/julho. Aí, ele trocou de empresário, essa pessoa me ligava de mês em mês para pedir que ele fosse liberado porque o Gatito queria ir embora do Botafogo, apesar de ainda ter contrato. Eu disse que não, só se tivesse uma compensação financeira. E a partir daí começou a acontecer uma contusão sem fim, outubro, novembro, dezembro, mais décimo terceiro, janeiro e estamos indo para fevereiro – declarou ao Boletim do C.E.

Ex-membro do extinto comitê executivo de futebol, responsável por diversas decisões equivocadas que culminaram no rebaixamento do Botafogo, disse também que se sentiu decepcionado pelo “silêncio” de Gatito, que não teria dado maiores esclarecimentos sobre sua condição clínica e não pediu para suspender o contrato em virtude do seu alto salário.

– Já são seis meses de um goleiro que era importantíssimo para gente. Abracei ele quando ele defendia o Botafogo com dignidade e brigava pelo Botafogo. E não brigava para sair do Botafogo com seu empresário. E, com um salário de R$ 200 mil por mês, que com encargos vai a mais de R$ 300 mil, isso em cinco/seis meses, representa R$ 1,5~1,8 milhão para o clube. Ele não teve a dignidade de dizer “estou muito tempo sem jogar, suspende o contrato, não precisa pagar”. Pelo contrário, o tempo que pôde, reclamou, pediu para sair. Então, me desculpem, se tiverem outra palavra, podem dizer. Na minha opinião, é e foi uma atitude covarde com o clube. É a coisa mais esquisita do mundo. Nunca veio a público para falar, nunca disse nada, etc. Eu me decepcionei, só isso. Por isso que eu chamei o Gatito de covarde – concluiu Montenegro.

Gatito não comenta novas declarações de Montenegro e foca no retorno ao Botafogo

Procurado pela coluna do FogãoNET, Gatito Fernández atendeu a reportagem, mas preferiu não comentar as novas declarações de Carlos Augusto Montenegro.

Meu desejo é me curar de vez da lesão e voltar a jogar pelo Botafogo” – limitou-se a dizer o arqueiro.

O goleiro paraguaio, em recente entrevista ao “GE”, disse se sentir incomodado com comentários de que não havia esforço para retornar ao time por causa da situação do Botafogo no Brasileirão. Ele tem contrato até dezembro de 2021.

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Fonte: Redação FogãoNET

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