JEFFERSON – 6,0
Não teve o que fazer no gol do Figueirense e depois não foi mais exigido.

EDILSON – 4,5
Errou a maioria dos lances que tentou, mas é um dos jogadores que mais se apresenta. Nas subidas para o ataque, demorava uma eternidade para voltar.

ANDRÉ BAHIA – 5,0
Não comprometeu e foi um pouco superior ao seu companheiro de zaga.

BOLÍVAR – 4,5
Foi em direção à bola e deixou Clayton nas suas costas abrir o placar logo no início do jogo.

JUNIOR CESAR – 3,5
Muito mal no jogo. Não acertou nada, ficou perdido.

AIRTON – 6,0
Teve que se desdobrar no meio-de-campo, é o único jogador que combate ali. Pode ter suas limitações, mas está muito bem nos desarmes. Um dos poucos a se salvarem nesta noite tenebrosa em Florianópolis.

GABRIEL – 3,5
Quis ajudar na armação, mas não é a sua praia. Errou quase todos os passes. Deixou a desejar na proteção à zaga. Foi sacado (justamente) no intervalo.

ROGÉRIO – 4,0
Entrou com a função de dar mais velocidade, mas foi peça nula. Perdido no ataque alvinegro.

RAMÍREZ – 4,0
Apagado no primeiro tempo, jogou mais recuado após a entrada de Rogério no intervalo e, quase como um volante, não produziu nada de útil.

BOLATTI – 5,0
Entrou já no fim do jogo e tentou dar um toque de qualidade no meio, mas não teve muito tempo para ajudar.

DANIEL – 4,0
Sumido, tentou jogadas individuais que não surtiram efeito. Precisa tocar mais na bola e se apresentar mais, como fez contra o Fluminense.

GEGÊ – 4,5
Entrou dando opção pelo lado esquerdo e se movimentou, mas não mudou o panorama do jogo.

ZEBALLOS – 4,0
Errou muito e não foi nem de perto o Zeballos decisivo do clássico em Brasília. Só acertou a enfiada que deixou Ferreyra cara-a-cara com o goleiro. Muito abaixo.

FERREYRA – 3,0
Teve uma chance cara-a-cara com o goleiro no primeiro tempo e não aproveitou. Não repetiu a atuação do clássico e mais atrapalhou do que ajudou, apesar da raça. Nem no alto conseguiu ganhar umas bolinhas…

VAGNER MANCINI – 4,0
Seu time entrou num sono danado e demorou 10 minutos para acordar. As mudanças que fez não surtiram efeito, até porque não tem boas opções no banco. Terá de explicar como a mesma formação consegue fazer um grande jogo contra o Fluminense, que está na parte de cima da tabela, e três dias depois apresenta um futebol tão pobre contra uma equipe que briga contra o rebaixamento.

Fonte: Redação FogãoNET