Mauricio Assumpção também reclamou da dificuldade que o Botafogo enfrentou nos bastidores, durante briga judicial para voltar ao Ato Trabalhista e evitar bloqueio de 100% de suas receitas. “Sair do Ato Trabalhista foi uma decisão correta, confio no meu departamento jurídico. Eles só não conseguem me responder porque o Botafogo não pode ter o mesmo benefício do Fluminense e do Vasco. Por quê eles voltaram? Eles também fraudaram o Ato”, atacou Assumpção.

Sem a retomada do Ato Trabalhista, o Botafogo viveu ano de asfixia financeira e não conseguiu honrar com seus compromissos. Jogadores do clube convivem com atrasos salariais, algo determinante para o conturbado ambiente no elenco e a fraca campanha no Campeonato Brasileiro – o Botafogo corre sério risco de ser rebaixado na próxima rodada. Nem mesmo as receitas provenientes do estádio Engenhão, ainda fechado por causa de obras, puderam servir de alívio.

“Tem um laudo conclusivo que relaciona risco de desabamento da cobertura. De quem foi o erro, não cabe ao Botafogo falar. Cabe ao Botafogo mostrar que cumprimos todas as questões de manutenção. Relatórios trimestrais com acompanhamento eram realizados. O problema é que quando chegou relatório da empresa alemã que apontava risco de a cobertura cair, o prefeito fez o estádio ser fechado. Um prejuízo enorme para o Botafogo”, declarou Assumpção.

Fonte: UOL e Rádio Globo