Volante do Botafogo entre 2014 e 2017, Airton entrou na Justiça contra o clube cobrando quase R$ 3 milhões (R$ 2.860.440,00 mais indenização e pagamento de despesas médicas). Ele alega ter salários atrasados e diz ter sido sido dispensado enquanto se recuperava fisicamente de lesão grave. A informação é do site “Globoesporte.com”.

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Sem acordo entre as partes nas tentativas de conciliação, o jogador quer receber na Justiça, alegando não reconhecimento de FGTS em sete meses e, o item mais polêmico, dispensa em período de recuperação física.

Em uma de suas lesões no Botafogo, o volante sofreu uma fratura na fíbula em choque com Willian Arão. O jogador e seus advogados cobram “estabilidade acidentária”, que impediria o clube de não renovar o contrato no fim de 2017. Com salário de R$ 100 mil à época, Airton pede mais um ano de salários, 13º e férias.

Entretanto, em rápida pesquisa, é possível constatar que o próprio jogador deu entrevista no final de 2017 se dizendo recuperado.

– Estou bem, estou recuperado. A lesão está curada e calcificada. Eu já vinha treinando com o grupo, aprimorando a parte física. Venho treinando nas férias para ganhar mais força nas pernas – disse Airton ao site “Globoesporte.com” no dia 24 de dezembro de 2017.

Outro ponto que pesa contra Airton é que no dia 12 de janeiro de 2018 foi aprovado nos exames médicos e acertou com o Fluminense, o que evidencia não haver mais lesão.

Prestes a completar 30 anos, Airton está atualmente sem clube.

Fonte: Redação FogãoNET e Globoesporte.com