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Botafogo revive com estratégia de Barroca e acende esperança

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Botafogo revive com estratégia de Barroca e acende esperança
Vitor Silva/Botafogo

A noite do Botafogo bem que flertou com as sucessivas decepções do torcedor alvinegro ao longo de 2020, mas o misto de competência e sorte fez justiça a uma equipe que mostrou postura que não se via há algum tempo nos jogos da equipe. Vigoroso e mais postado à frente, um Botafogo quase inédito derrotou o Coritiba por 2 a 1, de virada, e acendeu a esperança de que o fim do campeonato não seja de tristeza.

O que se viu, principalmente no início da partida e quando conseguiu o empate, foi um Alvinegro mais enérgico, com apetite ofensivo. O técnico Eduardo Barroca apostou na imposição: adiantou sua linha defensiva e direcionou uma constante de iniciativa enquanto tinha a bola. A estratégia deu resultado, e o alvinegro foi muito produtivo no ataque.

Se ainda havia a dificuldade na tomada de decisões e no último passe, o ímpeto pelo gol compensou. No primeiro tempo, foram várias as chances originadas em chutes de média e longa distância, que proporcionaram jogadas aéreas em escanteios e oportunidades em rebotes. Caio Alexandre e Rafael Forster — atuando na lateral esquerda — levaram muito perigo.

Falta de confiança

Quando o cenário se mostrava promissor, veio uma ducha de água fria. Adiantar as linha impõe risco, e em rara oportunidade, o Coritiba soube aproveitar: tabela rápida de Neilton com Giovanni Augusto no primeiro gol.

Foi um baque forte nas intenções alvinegras. O psicológico pesou, a equipe perdeu o ritmo intenso com o qual havia começado a partida e tornou-se quase inofensiva no ataque. No intervalo, Forster chegou a diagnosticar a energia caótica que um novo insucesso que se formava ali impunha:

— Precisa ter calma, não adianta ficar gritando e brigando um com outro — afirmou.

O segundo tempo foi de menos desespero do que em outras partidas em que o Botafogo precisou correr atrás do resultado. Os erros devido ao nervosismo eram claros, mas seguia presente ali, mesmo que em menor intensidade, o ímpeto do primeiro tempo.

Das várias formas que tentou, foi num lance simples que o empate aconteceu. Um cruzamento fechado de Cícero e um leve desvio de Pedro Raul mostraram que a solução para uma má fase, às vezes, está no básico.

Erros técnicos

Vale lembrar que Cícero entrou no lugar de Honda. O japonês sentiu um incômodo e pediu substituição antes de cobrar um escanteio. Pode virar preocupação para um setor de criação já sobrecarregado.

A partir dali, seguiu-se uma natural busca pelo resultado positivo por parte das duas equipes, o jogo ficou aberto. Foram dois erros técnicos que definiram o resultado: o primeiro de Matheus Sales, do Coritiba, que desviou chute de Forster, um dos melhores em campo pelo Botafogo, com a mão. Pênalti bem marcado e bem cobrado por Pedro Raul, outra peça importante no segundo tempo.

A luta, a postura e a sorte do Glorioso poderiam sofrer um injusto golpe com o pênalti duvidoso marcado para o Coritiba, um toque leve de Kevin fora da área em Robson. Sabino chutou por cima, em lance simbólico, talvez uma imagem de quem nem tudo dará errado para sempre.

A tabela

O Botafogo chegou aos 23 pontos. Na 18ª colocação, está a cinco pontos do Bahia, primeira equipe fora da zona de rebaixamento. O Tricolor enfrenta o Flamengo, no domingo.

Fonte: O Globo Online

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