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Dirigente: ‘Abrir Maracanã foi boa vontade. Final tinha tudo para ser em Manaus’

Por: FogãoNET

Após o leite derramado, os envolvidos tentaram explicar as falhas e a confusão na venda de ingressos. Se faltou planejamento, não faltou sinceridade a Marcio Padilha, vice de marketing do Botafogo. Ele afirmou que a operação de comercialização de ingressos é complexa, e ressaltou que há um preço a ser pago por uma partida disputada em um estádio desativado há meses para o futebol, como o Maracanã:

– Abrir o Maracanã foi uma operação de boa vontade. Esse jogo tinha tudo para ser em Manaus. A operação tem falhas? Tem. O Maracanã está fechado há muito tempo. Fazer venda pela internet não é só apertar um botão, como muita gente diz.

No Vasco, os sócios-torcedores têm direito a comprar pela internet. Mas nem todos foram contemplados com tíquetes porque não houve uma carga específica para o programa. Sem um sistema integrado, concorreram aos mesmos bilhetes que os “torcedores comuns”.

– Só conseguimos vender para alguns sócios porque o site do nosso programa dá suporte a isso – afirmou Marco Antônio Monteiro, vice de marketing do Vasco: – Não houve tempo hábil para fazer a venda pela internet aos torcedores em geral.

Bruno Balsimelli, proprietário da Ingresso Fácil, não foi localizado. A Ferj alegou que o sistema de venda anterior “não foi disponibilizado para ser usado nas finais ”.

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