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‘Efetividade’ vira palavra de ordem no Botafogo por arrancada no Brasileiro

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‘Efetividade’ vira palavra de ordem no Botafogo por arrancada no Brasileiro
Vitor Silva/Botafogo

Efetividade. Essa se tornou a palavra de ordem de um Botafogo que busca mudar drasticamente o atual cenário, ganhar pontos e escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. E, no caso dos comandados do técnico Eduardo Barroca, o pedido ganhou força em mais de um aspecto.

A derrota para o Athletico-PR na última quarta-feira fez a equipe alvinegra fechar um ciclo importante de forma negativa e complicou ainda mais sua situação na competição. Segundo dados da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Glorioso tem, hoje, 96.3% de chances de cair.

Barroca estreou à beira do gramado no confronto contra o Internacional e, internamente, estimava-se a sequência de partidas contra o Colorado, Coritiba, Corinthians e Furacão como essencial para uma reação. O Botafogo, porém, conquistou apenas três pontos, no triunfo sobre o Coxa.

Na avaliação do treinador, o Alvinegro tem sido pouco efetivo e não tem conseguido aproveitar as oportunidades criadas para construir o placar positivo. De fato, exceto no confronto com o Timão, o Glorioso teve números melhores que os adversários nos jogos sob o comando de Barroca.

Diante do Inter, o Botafogo teve 52% de posse de bola e finalizou 12 vezes, igual ao adversário. Já contra o Coxa, obteve 55% de posse e fez 18 finalizações, oito a mais que a equipe do Couto Pereira. No duelo com o Athletico-PR foram 61% de posse e 24 finalizações contra apenas oito chutes dos paranaenses — os dados são do site “Sofascore”.

“Estamos tendo oportunidades. Contra o Inter, jogamos bem e tomamos o gol. Contra o Coritiba sofremos gol quando não podíamos e tivemos um jogador a menos. Hoje, o Athletico não tinha feito nada até o gol do Kayser. Na oportunidade que eles tiveram, marcaram e mudou o jogo todo. Precisamos trabalhar duro”, disse o comandante.

Em uma fase posterior, ainda na avaliação do treinador, o elenco não tem conseguido dar as respostas necessárias para mudar a história da partida. Desde que chegou, Barroca tem explorado ao máximo o grupo e, inclusive, deu até uma “sobrevida” a alguns nomes que estavam esquecidos anteriormente. Porém, mesmo com as variantes possíveis, a equipe não tem obtido o efeito desejado para conquistar os pontos.

“Não estamos conseguindo levar vantagem para o intervalo, o que é importante nesse momento. Nas substituições, não estou conseguindo efetividade, não estou conseguindo ganhar os segundos tempos depois das trocas. Faço essa competitividade entre os jogadores. Eles estão entrando e não conseguem reverter o cenário. Agora, é se dedicar de corpo e alma. Trabalhar muito”.

Fonte: UOL

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