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Com respaldo de presidente, Barroca tem urgência por pontuar no Botafogo

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Com respaldo de presidente, Barroca tem urgência por pontuar no Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Pouco tempo no cargo, infecção pelo novo coronavírus, apenas três jogos à beira do campo e uma situação dramática na tabela do Brasileiro. Em meio ao desafiador cenário do Botafogo, Eduardo Barroca ao menos ganhou um incentivo: após tomar posse, o novo presidente do clube, Durcesio Mello, anunciou que pretende ter o treinador por longo tempo.

Mas Barroca vive um paradoxo. Teve dez dias de treino desde a fraca atuação contra o Corinthians, mas o seu trabalho ainda é embrionário. O tempo é insuficiente para implantar suas ideias. Por outro lado, o Alvinegro tem urgência por pontuar. Hoje, contra o Athletico, às 19h15, no Nilton Santos, só uma vitória evitará a sensação de que a situação beira o irreversível.

A 11 rodadas do final, o Botafogo está a cinco pontos do primeiro time fora da zona de rebaixamento. E pior: o time que ensaiara um progresso nos dois primeiros jogos com Barroca fez sua pior partida sob as ordens do treinador diante do Corinthians.

Dos três jogos com o novo técnico, foi contra os paulistas que o Botafogo menos finalizou: foram nove arremates, metade do que o time produziu diante do Coritiba, por exemplo. Contra o Corinthians, a equipe teve o pior índice de “gols esperados”, métrica que avalia a probabilidade de que cada finalização se torne gol e, assim, tenta quantificar quantos gols um time deveria ter marcado: foram 0,65 diante do Corinthians, contra 2,61 na partida contra o Coritiba e 0,95 diante do Internacional.

Barroca preza a posse de bola, mas contra o Corinthians o Botafogo teve seu pior índice. E teve também o pior aproveitamento de passes: 82%, enquanto nos jogos anteriores ficara acima de 88%.

Num cenário mais amplo, o Botafogo tem dois problemas crônicos neste Brasileiro: não consegue ser cirúrgico quando cria oportunidades e, sem a bola, é muito pouco agressivo.

Sob a ótica dos gols esperados, o Alvinegro é o terceiro time que mais oferece boas chances aos rivais. E é o quarto que mais permite finalizações a seus adversários.

Com a bola, a equipe, que criou muito pouco contra o Corinthians, não vinha tendo tanta dificuldade para finalizar: é o oitavo que mais arremata no Brasileiro. Mas o aproveitamento das chances é ruim. De acordo com os “gols esperados”, deveria ter marcado 38,6 gols mas, na prática, fez apenas 25.

Barroca deverá promover a volta de Bruno Nazário e Kalou ao ataque, com a permanência de Cícero no meio.

Fonte: Extra

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