Roger chegou ao Botafogo para tentar colocar seu nome na história do Alvinegro. Depois de passagens por diversos clubes, o ex-atacante da Ponte Preta tem a missão de ser o ‘matador’ que a torcida do Glorioso espera para a temporada.

Em entrevista ao Globoesporte.com, o centroavante explicou as razões que o levaram a acreditar no projeto do time para 2017 e fechar com o clube ainda mesmo antes do final do Brasileirão de 2016.

“Primeiro, foi querer voltar para um grande clube. Em outubro, quando fui fazer os exames, em duas horas todo mundo sabia que eu estava aqui no Rio, hoje as informações vão muito rápido. E procurei algumas pessoas para saber do Botafogo, porque eu acredito em projeto, em trabalho sério, eu ainda sou um cara que acredita em pessoas, sabe? Já trabalhei com o (gerente de futebol Antônio) Lopes no Atlético-PR, então tudo isso me seduziu, e sem dúvida uma boa dose de oração”, declarou.

Nos treinos, o técnico Jair Ventura vem pensando em formações diferentes para o time, com uma delas sendo com apenas um homem de ataque e Camilo e Montillo fazendo a armação. E Roger não vem enfrentando problemas no entrosamento com seus companheiros.

“´É algo para todos nós, mas o Montillo e o Camilo tem essa liberdade de chegar a área, ocupar espaço, as beiradas do campo. E aí eles passam a ser os pontas, o terceiro atacante. Não tô encontrando dificuldade, claro que precisa mais de tempo. Eu gosto de bola no espaço, às vezes o Montillo gosta de pivô, o Camilo também. Enfim, a gente precisa se conhecer o mais rápido possível. Não tenho tido dificuldade, apesar deles estarem mais por dentro do sistema, graças a Deus a gente tem conseguido lidar bem. A gente precisa conhecer um pouco mais a parte tática um do outro, mas as coisas estão indo bem”, apontou o atacante.

Fonte: Torcedores.com e Globoesporte.com