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Seguro em campo, Dória atribui postura à família e minimiza críticas por gol do Quito

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Às vésperas da “final”, contra o Deportivo Quito, na próxima quarta-feira, ninguém no Botafogo pode prometer que estará 100% concentrado no primeiro clássico carioca de 2014, marcado para hoje, às 19h30, contra o Vasco, no Maracanã. Momentos decisivos como esse costumam mexer com a cabeça de jogadores mais jovens, o que parece não ser o caso do zagueiro Dória. A serenidade demonstrada em campo, mesmo em situações adversas, o defensor de 19 anos atribui ao suporte que recebe dos familiares.

Filho da Dona Maria e do Seu Élio, e marido de Andressa, Matheus Dória Macedo traz de casa a confiança para não se abater dentro das quatro linhas. Logo em sua estreia como profissional, o Botafogo sofreu um gol do Coritiba depois que a bola resvalou em sua perna e enganou o goleiro. Já no jogo de ida contra o Quito, ele não afastou uma bola o suficiente, e os equatorianos fizeram o gol da vitória. Nada que tenha abalado as estruturas do defensor de 1,87m e 84kg.

— A família me ajuda bastante. Eles sempre me deram forças para fazer o que gosto. Estão sempre me apoiando, apesar de qualquer coisa que possa acontecer. Isso me dá tranquilidade para trabalhar com cabeça no que é melhor para o Botafogo — disse Dória, sem perder a calma mesmo diante das críticas pelo gol do Deportivo Quito:

— Cada um vê o jogo da forma que quer. Opinião, cada um tem a sua. Mas só os jogadores sabem o que se passa no jogo, o que se deve fazer em um lance daquele ou não. Eu estou tranquilo.

Fã do futebol de Thiago Silva, da seleção brasileira, a quem considera um zagueiro completo, Dória sabe que não permanecerá no Botafogo por toda a carreira. Querendo ou não, seu nome estará sempre envolvido em especulações sobre uma transferência internacional. Da mesma geração de Vitinho, que foi para o pouco visado futebol russo, ele prefere não pensar em um futuro destino. Seu ex-companheiro Seedorf já teria até mesmo o colocado em uma lista de possíveis reforços do Milan.

— Cada um tem uma forma de pensar. Ele (Vitinho) pensou na família, e eu não o condeno, ele está certo. Mas a partir do momento que chegar uma proposta para mim, vamos avaliar o que for bom para mim e para o Botafogo — comentou Dória, garantindo que não chegou a falar com o Seedorf sobre transferências.

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