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Sem Comitê, Botafogo inicia transição para o profissionalismo com Eduardo Freeland

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Eduardo Freeland - Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Nos últimos meses, principalmente quando o Comitê de Futebol era quem ditava as cartas nos bastidores de General Severiano, o Botafogo se acostumou a ser pautado por pressões e pedidos externos dos torcedores. O Twitter, grande ‘palco’ para dirigentes aparecerem apenas nos momentos oportunos, foi o responsável por duas contratações decepcionantes: o japonês Honda e o marfinense Kalou. Agora, com a chegada do novo diretor de futebol profissional, Eduardo Freeland, o clube promete se forçar a mudar.

A nova diretoria, encabeçada pelo presidente Durcesio Mello, entende que ceder às pressões da galera para ficar bem na fita pode causar muito mais prejuízo do que dar resultado positivo. Prova dessa tentativa de mudança de estratégia é a manutenção — pelos menos por enquanto — de três nomes que são alvos da ira da torcida: o técnico Eduardo Barroca, o gerente Túlio Lustosa e o auxiliar Lucio Flavio.

Apesar do rebaixamento quase impossível de ser freado — para não cair pela terceira vez na história, o time precisa vencer seus últimos seis jogos restantes no Campeonato Brasileiro —, Freeland entende que precisa fazer um melhor diagnóstico do grupo de jogadores e de toda a comissão técnica antes de iniciar o processo de demissão.

Palavra da moda em General Severiano, o profissionalismo tão sonhado pelos dirigentes ainda engatinha, mas o presidente do Botafogo garantiu que Freeland terá total autonomia para tomar as decisões que achar necessárias para recolocar o futebol do clube nos trilhos. Só resta saber até quando essa autonomia será mesmo respeitada.

Fonte: Meia Hora

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