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Túlio Lustosa diz que foi demitido do Botafogo por ‘pressão externa’: ‘Não montei esse plantel’

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Túlio Lustosa, gerente de futebol do Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

Gerente de futebol do Botafogo desde outubro, Túlio Lustosa não resistiu ao rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, segundo ele, sua demissão se deu por pressão externa, não por opção da diretoria.

Ao site “GE”, Túlio Lustosa disse que o presidente Durcesio Mello sinalizava contar com ele.

– Estava participando ativamente do planejamento para a próxima temporada. Todo mundo sabia que era uma situação difícil. Eu sempre deixei o presidente à vontade caso quisesse fazer alguma mudança nessa área, e ele sinalizou que não, que a intenção era permanecer, iniciar o planejamento. Quando o time não esboçou nenhum tipo de reação, de mudar atitude, dar algum alento ao torcedor… Isso não aconteceu, e a pressão externa ficou cada vez maior. Infelizmente, a pressão externa determina muita coisa na vida de um clube de futebol – declarou.

O ex-jogador do Botafogo acredita que a pressão foi determinante para sua saída e crê que não houve tempo para ser avaliado corretamente.

– No fundo, não sei qual é o motivo a não ser a pressão externa. E não falo isso para constranger o presidente de forma alguma. E eu evitei constrangimento. Agradeci a oportunidade, entendi o lado deles. Eu disse essas palavras: “O ideal é que o clube seja gerido de dentro para fora, mas isso é o ideal e não o real”. Muitas decisões internas são baseadas no exterior, na cobrança que existe, na opinião do torcedor, nos influenciadores digitais – afirmou.

– Agradeci e desejei sorte no andamento do trabalho. Desejei sorte ao (Eduardo) Freeland também. O trabalho de um executivo será fundamental, e eu gostaria de ter tido essa oportunidade de começar o trabalho. Não dou desculpa, mas não dá para avaliar o meu trabalho em quatro meses. Não posso ser avaliado pelo resultado dentro de campo de um plantel que eu não montei – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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