A GDA Luma, futura acionista da SAF do Botafogo, está sendo acusada de fraude no Tribunal de Falências de Nova York pela administradora judicial da financeira colombiana Credivalores. O que isso afeta o Glorioso?
Thiago Grachet, do canal “Glorioso Play“, trouxe a posição de uma pessoa ligada à diretoria do Botafogo, com esclarecimentos sobre o caso.
Segundo o texto (leia a íntegra abaixo), o clube acompanha a situação, mas diz que, até o momento, a ação nos EUA não compromete as negociações pela aquisição da SAF ou os investimentos previstos no futebol alvinegro.
A notícia da ação contra a GDA Luma foi publicada nesta quinta-feira (6/8) pelo jornalista Lauro Jardim em seu blog no jornal “O Globo”. O fundo do empresário mexicano Gabriel de Alba ainda não se manifestou publicamente.
Veja o que diz uma fonte do Botafogo sobre o caso GDA Luma nos EUA:
“A notícia refere-se à existência de uma ação civil-falimentar ajuizada nos Estados Unidos contra diversas empresas e administradores ligados à antiga estrutura societária da Credivalores, entre eles a GDA Luma. Até o momento, porém, há apenas alegações formuladas pelo administrador da massa falida: não existe sentença, condenação, reconhecimento judicial de fraude nem acusação criminal contra a GDA ou contra Gabriel de Alba, que sequer figura pessoalmente como réu no processo.
O Botafogo, sua SAF, seus dirigentes e seus ativos não são partes nessa ação e não possuem qualquer relação jurídica com as operações discutidas, realizadas no exterior antes da aproximação da GDA com o clube. Mesmo na hipótese de futura condenação da investidora, não haveria transferência automática de responsabilidade para a SAF, pois a legislação brasileira assegura a autonomia patrimonial entre o acionista e a sociedade, protegendo o caixa, as receitas, os atletas e os demais bens do Botafogo.
A situação deve ser acompanhada com responsabilidade, transparência e adequada auditoria jurídica, mas não há fundamento, neste momento, para afirmar que o processo comprometa a aquisição, os investimentos prometidos ou a continuidade das atividades da SAF.
A torcida, a imprensa e os investidores podem estar seguros de que uma acusação ainda não julgada, envolvendo outra empresa e fatos ocorridos em outro país, não representa condenação nem ameaça direta ao patrimônio ou ao futuro institucional do Botafogo.”