Head scout e diretor de gestão esportiva do Botafogo nos últimos anos, Alessandro Brito esteve à frente de um departamento bastante elogiado pelo nível das contratações. Houve algum jogador que quase chegou e teria sido um reforço de peso? O dirigente citou Bitello, meia-atacante do Dínamo Moscou.
– Teve uma que considero muito importante. Era um jogador que acreditávamos que daria continuidade ao trabalho que vínhamos construindo depois das saídas do Luiz Henrique e do Almada. Foi o Bitello. Nós acreditávamos muito no potencial dele. Nossa ideia também era desenvolvê-lo dentro do projeto. Tenho convicção de que, se ele tivesse vindo para o Botafogo em 2025 ou 2026, teria grandes chances de disputar uma Copa do Mundo. Era um atleta que nos ajudaria muito esportivamente e que também alcançaria outro patamar na carreira – disse Brito.
– Foi uma negociação extremamente difícil. Tentamos de todas as formas. Na época, ainda contávamos com o apoio da Eagle. O Michael Gerlinger participou de várias reuniões. Mas os russos não quiseram negociar de jeito nenhum – lamentou Alessandro Brito, em entrevista ao “GE”.
O ex-dirigente do Botafogo deixou o clube recentemente e acertou ida para o Crystal Palace. Já Bitello segue na Rússia e renovou até 2031.