Castro defende meritocracia no Botafogo e faz analogia sobre variações: ‘Só depois de conhecermos bem nosso carro percebemos o limite dele’

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Por FogãoNET

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Luís Castro e elenco no Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Técnico do Botafogo, Luís Castro deu entrevista coletiva nesta segunda-feira, no CT Lonier. Um dos temas abordados foi a possibilidade de variações táticas e estratégias para surpreender adversários. O treinador explicou sua visão e aproveitou para falar sobre meritocracia.

– É claro que à medida que vamos tendo as equipes nas mãos e conhecendo de forma mais profunda, vamos perceber melhor os caminhos que temos que percorrer. Só depois de conhecermos bem o nosso carro é que podemos perceber qual o limite dele. Com as equipes é a mesma coisa. Há uma coisa fundamental para mim que é o treino. Sou adepto do treino. Não sou só o profissional que olha o jogo, olho o treino, são cinco, seis, sete unidades de treino até o jogo. Valorizo muito o trabalho. Jogador conquista seu espaço na equipe não pelo que fez no último jogo, mas pelo que faz ao longo da semana para o próximo jogo. O futebol está muito analisado pelo que foi feito no passado. Para mim, interessa o que é feito no presente. Se um jogador meu mostra que tem capacidade para jogar, tem que ir para o jogo. Se um jogador meu foi bem no último jogo, mas não trabalhou como o outro ao longo da semana, avanço o outro para o jogo. Para mim, as coisas estão claras. Não vou ficar preso, agarrado, ao último jogo. Não vivo o passado, ele não tem futuro. O que tem futuro é o que trabalhamos no presente – argumentou Luís Castro.

O Botafogo está em preparação para enfrentar o Goiás, quarta-feira, no Estádio da Serrinha, pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: Redação FogãoNET

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