Empresa de ex-presidente do Conselho Fiscal do Botafogo é acusada de dar golpe da criptomoeda no Rio

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Por FogãoNET

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Empresa de ex-presidente do Conselho Fiscal do Botafogo é acusada de dar golpe da criptomoeda no Rio
Reprodução/Globo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga denúncia de várias pessoas que disseram ter investido dinheiro na Futura Invest, empresa que gerencia investimentos em criptomoeda e que “desapareceu”. O dono da firma é Ricardo Wagner de Almeida, ex-presidente do Conselho Fiscal do Botafogo na gestão Nelson Mufarrej.

A promessa feita aos clientes era de investir em criptomoedas e obter um retorno muito alto num prazo bastante curto. O escritório da empresa, no Centro do Rio, não existe mais, e os clientes não conseguem contato após deixarem de receber os repasses. Segundo reportagem do “RJ TV”, a Futura Invest movimentou cerca de R$ 6 milhões em 2020.

Recentemente, Ricardo Wagner foi visto participando da preliminar do jogo beneficente entre os amigos de Loco Abreu e Túlio Maravilha, no Estádio Nilton Santos, no evento “Natal da Estrela Solitária“. O dono da empresa não foi encontrado pela reportagem para falar sobre o assunto.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defraudações da Polícia Civil do Rio. O Ministério Público Federal informou que está enviando o caso para a Polícia Federal abrir um inquérito e apurar as denúncias.

Polêmica no Botafogo em 2019

Ricardo Wagner foi um dos envolvidos numa confusão generalizada entre sócios-proprietários, membros do Conselho Fiscal e integrantes do Mais Botafogo durante um jogo do Botafogo contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro de 2019. Ele renunciou ao cargo poucos dias depois do episódio, em novembro daquele ano.

Ricardo Wagner foi visto no evento “Natal da Estrela Solidária”, no Estádio Nilton Santos

Fonte: Redação FogãoNET e RJ TV

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