Textor ignora pressão externa e garante Luís Castro no Botafogo no mínimo até fim de 2023

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John Textor e Luís Castro em Santos x Botafogo | Campeonato Brasileiro 2022
Reprodução/TV Globo

Muita gente tinha dúvida de qual seria a postura de John Textor se o Botafogo entrasse em crise. Com dez derrotas nos últimos 13 jogos, o Alvinegro encara momento turbulentos. Muitos treinadores estariam em risco se estivessem no lugar de Luís Castro.

Mas não com Textor. O empresário norte-americano já deixou claro dentro do clube que Luís Castro é seu sócio no projeto e seguirá assim por um bom período. Para se ter uma ideia, o tempo mínimo considerado pelo bilionário é até o fim de 2023.

Mesmo sempre tendo demonstrado carinho especial com os torcedores, Textor entende que eles não devem influenciar em absolutamente nada com relação a esse tipo de decisão. Há um norte no trabalho e ele será seguido independentemente de pressão externa.

Além disso, o entendimento é que o Botafogo cresceu de produção nos últimos jogos e voltou aos trilhos após um período de trabalho questionável. Com a chegada de reforços e de jogadores que estavam no departamento médico, a projeção é de um futuro tranquilo neste fim de temporada.

O time está jogando melhor agora do que no início do campeonato, mas não estamos tendo resultados. A imprensa insiste no resultado, e quando não aparecem… Na construção de uma equipe, quando não vai bem, normalmente é uma pessoa que cai, vocês sabem quem. Queremos construir uma coisa boa para o futuro. A minha vida para o Botafogo foi para jogar bom futebol, desenvolver jogadores, ter uma nova organização. Mas compreendo que as coletivas estão muito nesse sentido, entendo“, disse Castro após derrota para o Santos na Vila Belmiro, na última quarta-feira (20/7).

Luís Castro não precisa se preocupar. O cargo está garantido pelo chefe e ele poderá focar sua atenção na melhora do time. O projeto é longo e o comando segue inabalado.

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